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Sindicatos da FENPROF preparam grande acção de apoio à luta dos Professores

Entre 12 e 16 de Novembro, em todo o país, os Sindicatos da FENPROF estarão na rua em contacto com as populações. O grande objectivo é recolher milhares de postais de apoio à luta dos docentes pelo direito à contagem do tempo de serviço que exerceram com mérito e respondendo sempre às exigências científico-pedagógicas que lhes estão atribuídas.

NA REGIÃO CENTRO

DATA

HORÁRIO

LOCAL

12 de Nov.

11H00 – 14H00

AVEIRO – Praça Joaquim Melo Freitas

12 de Nov.

12H30 – 13H30

C. BRANCO – Mercado Municipal/Avª 1.º de Maio

12 de Nov.

17H00 – 18H00

COVILHÃ – Garagem de S. João

12 de Nov.

11H00 – 13h00

COIMBRA – Praça 8 de Maio

12 de Nov.

15H00 – 17H30

FIG. DA FOZ – Largo Luís de Camões

12 de Nov.

11H00 – 13H00

GUARDA – Largo João de Almeida

14 de Nov.

10H00 – 12H00

SEIA – Avenida 1.º de Maio

12 de Nov

11H00 – 12H30

POMBAL – à entrada do Mercado Municipal

14 de Nov

12H00 – 13H00

LEIRIA – Largo da República

12 de Nov.

11H00 – 14H00

VISEU – Rossio

12 de Nov

10H00 – 13H00

LAMEGO – Soldado Desconhecido

A profissão docente, apesar da importância social que tem, dos resultados que tem obtido e do contributo que dá para o prestígio e para o crescimento económico do país, tem sido tratada sem a consideração que merece.

Para além do contorcionismo que tem sido exercido sobre as carreiras dos professores e educadores, praticamente com todos os executivos, desde 2005, esperava-se que o actual, até pela expectativa criada, mas principalmente pela justiça que deveria ser exercida, repusesse a carreira docente na sua estrutura e retirasse todos os vícios que sobre ela têm sido exercidos.

Esta desestruturação da carreira, a par da absoluta precariedade de muitos milhares de docentes, bem como a sua burocratização e desregulamentação dos horários de trabalho, tem levado os docentes a persistirem na sua acção desenvolvendo diversas e prolongadas formas de luta.

É esta não desistência que leva a que, de novo, e já desde 29 de Outubro, os professores estejam a fazer greve ao serviço não lectivo ilegal e a todo o serviço extraordinário imposto e não remunerado. Estima-se em muitas centenas de milhões de euros por ano que o Estado poupa com a imposição de serviço extraordinário, anualmente agravado, fazendo com que, semanalmente, em média, os professores façam 11 horas mais de trabalho, fazendo das 35 horas semanais mera ficção. 

Por todos estes motivos, os professores vão estar na rua a pedir à população que os apoie nesta luta, recolhendo milhares de postais que serão, depois, entregues ao Primeiro-Ministro de Portugal.

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