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Trabalhadores científicos levam protesto à Assembleia da República

Hoje, em reunião da Comissão Permanente de Educação e Ciência da Assembleia da República, realizou-se uma audição urgente da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior sobre a precariedade no ensino superior e na ciência.


Este é um dos problemas mais graves do setor, talvez o mais grave, pelo que esta audição assume uma importância maior.



Ministra e governo têm feito um jogo para não atacar verdadeiramente o problema à volta do mecanismo FCT Tenure, da revisão do Estatuto da Carreira de Investigação Científica (ECIC) e dos Concursos Estímulo ao Emprego Científico (CEEC). Porém, não existe uma resposta cabal e concreta, nem negociação sindical, no sentido de acabar com a precarização dos investigadores (com contrato, bolsa ou vínculo pontual), docentes (falsos convidados e outros vínculos), gestores e comunicadores de ciência e técnicos de investigação, nem mesmo no sentido de resolver o problema urgente dos muitos trabalhadores científicos que verão os seus contratos terminar em breve.


Por esse motivo, os trabalhadores científicos, doutorados e não doutorados, participaram na concentração contra a precariedade na ciência, hoje, em frente à Assembleia da República, levando o protesto aos decisores políticos, esperando que, desta afirmação de vontade em querer ver resolvida uma situação inadmissível para um país que se quer de progresso e cidadão, resultem as medidas políticas necessárias e que o governo pode tomar, se assim quiser.




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