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Reinscrição na CGA: FENPROF exige esclarecimentos ao Primeiro-Ministro

Mais de uma centena de de docentes, entre outros trabalhadores da Administração Pública, protestaram, no dia 23 de janeiro, junto à Residência Oficial do Primeiro-Ministro, exigindo a reinscrição na Caixa Geral de Aposentações.


Este processo foi suspenso em outubro, sem qualquer justificação, e está a deixar trabalhadores sem assistência médica, a impor a devolução de milhares de euros a alguns e, a outros, a exigir que sejam apresentados documentos de baixas médicas de doenças ocorridas há dois ou três meses.


Sem explicação para a suspensão deste processo, a insistência da FENPROF acabou por dar frutos, com a obtenção da informação, em reunião em 5 de janeiro, com Secretário de Estado da Segurança Social, da intenção do governo de alterar a lei para que os tribunais deixem de decidir em sentido contrário àquele que é a sua vontade política. Revelação que mereceu um forte repúdio por parte da FENPROF e deixou indignados muitos docentes que estão a ser alvo desta situação. Por isso, esta terça-feira, os trabalhadores decidiram dirigir-se agora ao chefe do atual governo, tendo a FENPROF e a Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (FCSAP) solicitado uma audiência ao (ainda) Primeiro-Ministro.


No entanto, revelou Mário Nogueira, a delegação da FENPROF e da Frente Comum foi recebida por dois chefes de gabinete de António Costa.

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