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- Abaixo-Assinado
“Por uma ADSE pública, ao serviço dos trabalhadores e aposentados da Administração Pública” A ADSE é hoje um Instituto Público suportado pela contribuição dos trabalhadores e aposentados da Administração Pública e das Autarquias. Os saldos positivos de milhões de euros da ADSE não podem servir apenas para engrossar os lucros dos privados da saúde e a coluna das receitas no Orçamento do Estado. + Assina a Petição Os trabalhadores e aposentados da Administração Pública descontam 14 meses por ano 3,5% dos seus salários e pensões, incluindo os subsídios de férias e de Natal. A receita dos descontos que financiam a ADSE assume hoje valores que, não só garantem a sua sustentabilidade, como permitem a redução das contribuições dos beneficiários.
- Petição: “Pela urgente avaliação e revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior”
A FENPROF tem em recolha as assinaturas para a entrega de uma petição através da qual seja possível pressionar o poder político a fazer o que há 10 anos devia ter sido realizado – a avaliação e revisão do RJIES. + Apoia a iniciativa assinando a Petição A FENPROF considera que “O RJIES é uma peça fundamental no enquadramento jurídico do ensino superior e investigação em Portugal, contudo, não pode ser desligado da demais legislação enquadradora ou conexa, nomeadamente a Lei de Bases do Sistema Educativo, o Estatuto da Carreira Docente Universitária, o Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico e o Estatuto da Carreira de Investigação Científica, nem de problemas que afetam o sistema de ensino superior, tais como o seu subfinanciamento, a existência de propinas ou a frágil ação social escolar. A sua natureza é de tal modo abrangente e impactante em todas as dimensões da academia que, por si só, seria razão para que fosse avaliado. Mudanças fundamentais Muito do articulado do RJIES é potencialmente questionável quanto aos objetivos e aos impactos decorrentes da sua implementação e é imprescindível avaliar como a comunidade académica (professores, investigadores, pessoal técnico e administrativo e estudantes) e as instituições foram afetadas por este "novo" enquadramento jurídico.” É neste contexto que se inserem mudanças que docentes e investigadores reclamam como fundamentais. Se há aspetos que são gerais e que abrangem a comunidade de ensino superior e investigação – como aqueles que se relacionam com a gestão, com a democracia interna ou com a natureza pública ou privada ou lógicas privatizadoras decorrentes do regime fundacional – há uma matéria que tem suscitado algumas dúvidas e que queremos aqui sublinhar: para a FENPROF, este processo de revisão terá de integrar, inequivocamente, o debate sobre a manutenção de um sistema de ensino superior binário universitário/politécnico. FENPROF avançou propostas Em 2015, efetuando o balanço de 8 anos de RJIES, a FENPROF aprovou um conjunto de propostas que estabelecem a sua posição reivindicativa em relação a esta matéria (“Propostas da FENPROF para a transformação do sistema de Ensino Superior Público num sistema unitário, integrado e diversificado”) num documento entregue e discutido com Petição: “Pela urgente avaliação e revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior” o Presidente do Conselho Nacional de Educação e com o Gabinete do Primeiro[1]Ministro. Aquando da revisão dos estatutos de carreira em 2009, a FENPROF defendeu posições fundamentadas, visando a aproximação entre as carreiras, em consonância com o que há muito reivindica quanto ao sistema. Posição, aliás, que sempre defendeu.
- SPRC reuniu com direção do Instituto Politécnico de Viseu
Uma delegação do SPRC/FENPROF esteve, esta quinta-feira, reunida com a direção do IP de Viseu. O motivo da reunião foram os elevados níveis de precariedade dos docentes desta instituição, bem como a política de lançamento de concursos internos de promoção. De acordo com os balanços sociais realizados nos termos do DL 190/96, a proporção de docentes convidados tem vindo a aumentar, chegando a limites que vão para lá dos limites legais previstos no estatuto da carreira do pessoal docente do ensino superior politécnico que impõe 70% dos docentes de carreira como limite mínimo. Por outro lado, o SPRC/FENPROF manifestou as suas dúvidas relativamente aos concursos internos abertos recentemente ao abrigo da legislação anterior. Pela parte da direção do IP Viseu, que tomou posse há apenas 4 meses, existe uma total compreensão sobre os caminhos a trilhar para estabilizar o corpo docente, regularizando os vínculos precários onde for necessário e aproveitando todos os mecanismos previstos para permitir as progressões na carreira. Existem por outro lado, planos ambiciosos para valorizar as cincos escolas superiores existentes e consolidar o IP Viseu como um polo de excelência da região centro em matéria de ensino e de investigação. Pela parte do SPRC/FENPROF, fica o compromisso de continuar a acompanhar a situação, contribuindo de forma construtiva para o bem da instituição, no respeito pelas aspirações dos seus docentes e investigadores e dos seus direitos. A FENPROF, grande estrutura sindical nacional agregando professores e investigadores afetos a todos os graus de ensino, irá realizar o seu 14º Congresso em Viseu. Será, certamente, um importante momento de reflexão sobre o presente e o futuro das Instituições de Ensino Superior em Portugal com o contributo da comunidade académica do IP Viseu, onde serão realizadas reuniões preparatórias em data a anunciar futuramente. A Direção Ensino Superior e Investigação
- FENPROF expõe à Comissão Europeia abusos e discriminação de docentes com vínculos laborais precários
A FENPROF entregou esta quinta-feira, 10 de fevereiro, na Representação Portuguesa da Comissão Europeia (CE) uma exposição com o objetivo de esclarecer a Comissão Europeia sobre a situação concreta dos docentes (da educação Pré-escolar e dos ensinos Básico, Secundário e Superior), mas, também, dos investigadores em Portugal. A exposição, já enviada para a Presidência da Comissão Europeia a 27 de janeiro, foi entregue, ao Chefe de Representação adjunto da CE em Portugal, o Dr. António Vicente, a propósito da abertura pela Comissão Europeia (CE) de um novo procedimento por infração contra Portugal por incumprimento da legislação da União Europeia (UE) relativa aos contratos de trabalho a termo, incumprimento, designadamente, do estabelecido no acordo-quadro CES, UNICE e CEEP, ínsito na Diretiva 1999/70/CE do Conselho, de 28 de junho. Anteriormente, a CE já abriu um procedimento por infração (procedimento n.º 20104145), decorrente da não transposição da citada diretiva para professores contratados a termo para o exercício de funções em escolas públicas, isto é, docentes contratados pelo Estado Português. Relembre-se que a transposição da Diretiva 1999/70/CE devia ter sido realizada, em limite, até 2001, o que não sucedeu e continua a não suceder de forma eficaz para garantir a prossecução do objetivo e efeito-útil do supracitado acordo-quadro. Entretanto, a CE viria a encerrar este primeiro procedimento em 2015, porventura sem aquilatar a eficácia da transposição alegada pelo governo português à altura, isto é, sem ter em conta os resultados da aplicação das medidas adotadas. A FENPROF tomou boa nota da abertura de um novo procedimento, feita pela CE a 12 de novembro de 2021, com particular enfoque na discriminação dos docentes com contrato a termo face aos que se encontram em situação de contrato sem termo, ou seja, já integrados nos quadros. Nesta exposição, a FENPROF aborda as duas matérias em relação às quais a CE insta Portugal a aplicar a legislação da UE, cumprindo obrigações nela determinadas em matéria de contratos e relações de trabalho a termo. A saber: A manutenção de condições menos favoráveis para os professores contratados a termo que trabalham nas escolas públicas; A inexistência, em diferentes setores em que desempenham funções professores e educadores, de um quadro normativo que obste de forma eficaz ao recurso abusivo à contratação a termo, designadamente de forma sucessiva. A FENPROF inclui, ainda, informação relativa aos investigadores científicos com contratos a termo ou, mesmo, ao abrigo do estatuto de bolseiro de investigação científica. Consulte aqui a exposição entregue à Comissão Europeia.
- Disponíveis para negociar. Determinados para lutar.
FENPROF fez declaração pública sobre os resultados eleitorais O Secretário-geral da FENPROF declaração na qual manifestou a posição aprovada em Secretariado Nacional sobre os resultados eleitorais de 30 de janeiro. Ler Declaração da FENPROF na íntegra Entre diversos aspetos (ler declaração na íntegra), Mário Nogueira deixou claro que a FENPROF quer definição clara de como vai ser o relacionamento institucional. Pretende que o governo, ao contrário do que se verificou nos últimos anos, tenha abertura para negociar. Mário Nogueira informou que será entregue uma petição na Assembleia da República que pretende colocar na agenda a discussão sobre a situação dos professores. Já tem mais de 15.000 assinaturas recolhidas e continua em recolha nas escolas. Em relação ao ensino superior e à investigação, a FENPROF quer que o RJIES seja avaliado e revisto. Também sobre esta matéria há uma petição em marcha e que também será brevemente entregue. Mário Nogueira, anunciou, ainda, a entrega na Comissão Europeia de um documento sobre a discriminação salarial dos docentes contratados em relação aos da carreira. Lembra-se que a Comissão abriu ação contra o Estado Português por não cumprimento de diretiva comunitária. A FENPROF pretende disponibilidade do governo para negociar a resolução dois aspetos centrais: a recuperação das aprendizagens que ainda foram mais agravadas com a situação nas escolas decorrente da pandemia por COVID-19. A correção de problemas existentes na profissão docente que torne a profissão atrativa é uma medida essencial para captar professores e interessar os jovens pela entrada na profissão. O Secretário-geral da FENPROF informou que os sindicatos vão reunir com os professores nos locais de trabalho, para, com eles, tomar as medidas que, caso a caso, sejam necessárias. Caso a intransigência do ME se mantenha, os professores não deixarão de lutar por aquilo que é justo e a que têm direito.
- Ministro da Educação continua a ocultar impacto da Covid-19 nas escolas
FENPROF terá de recorrer, de novo, à via judicial para obter a informação a que a comunidade educativa tem direito Em 18 de janeiro, p.p., a FENPROF requereu informação ao ministro da Educação sobre o atual impacto da Covid-19 nas escolas. Como tem sido habitual, o ministro não respondeu, continuando a ocultar a situação, apenas respondendo quando intimado pelo Tribunal, o que já aconteceu por duas vezes. Perante a continuada ocultação dos dados relativos às escolas, a FENPROF pretendeu saber o que se passa neste início de segundo período letivo, não com o intuito de defender o encerramento das escolas, mas de, face à evolução da situação, avaliar da adequação das medidas de segurança sanitária em vigor. Nesse sentido, a informação requerida no passado dia 18 foi: - Lista das escolas e jardins de infância, públicos e privados, incluindo do setor social, em que, na sequência dos testes realizados após o regresso às aulas presenciais, foram identificados casos de Covid-19; - Número de docentes e trabalhadores não docentes que, em cada estabelecimento, já no 2.º período letivo e na sequência da testagem em curso, esteve ou está infetado pelo vírus SARS-CoV-2; - Número de docentes, já no segundo período letivo, que ficaram em isolamento; - Número global de docentes já vacinados com a dose de reforço e percentagem que o mesmo representa, distinguindo docentes que exercem atividade em creche, docentes de estabelecimentos particulares ou cooperativos e docentes de escolas e jardins de infância da rede pública. Até hoje, não foi obtida resposta e o que se tem sabido é, apenas, o que a comunicação social divulga, sendo muito pouco relativamente ao que era necessário conhecer. Por exemplo, na passada segunda-feira, dia 24, soube-se, por alguns órgãos de comunicação social, que, na sequência dos testes realizados nos primeiros dias do segundo período letivo, terão sido detetados cerca de 2700 casos positivos. Soube-se, ainda, que foram realizados 150 000 testes, menos 30 000 do que no primeiro período e menos 70 000 do que o universo de trabalhadores docentes e não docentes das escolas a abranger. Esta diferença dos números da testagem foi justificada pelo ministério da Educação com as normas em vigor da DGS, que “desaconselham a testagem a quem esteve infetado nos últimos 180 dias”. Esta justificação do ME, porém, suscita uma dúvida: estiveram 70 000 trabalhadores infetados nos últimos 6 meses, dos quais, 30 000 só no primeiro período deste ano letivo? É estranho, se recordarmos os números divulgados pelo ministério da Educação em resposta ao tribunal, na sequência da intimação anterior (números que também fez chegar à comunicação social), referindo que, no primeiro período deste ano letivo, só terão sido registados 7000 casos, contabilizando trabalhadores, mas, também, alunos, acrescentando ser este número muito inferior ao do ano passado, em que “se registaram cerca de 16 000 casos positivos confirmados”… Como a FENPROF já havia afirmado, era suspeita esta redução do número de casos, quando comparado com o número de surtos nas escolas divulgado pela DGS (menos de 100, em 2020, e cerca de 400, no final de 2021). Dia 1 de fevereiro (próxima terça-feira) esgota-se o prazo de 10 dias úteis que o CPA atribui ao ministro para responder ao que lhe foi requerido. Se não houver resposta, a FENPROF voltará a recorrer ao tribunal, onde apresentará nova ação de intimação. Lamentavelmente, esta tem sido a via possível de relacionamento com um ministro que bloqueou todas as portas de diálogo democrático.
- Estudo da FENPROF sobre a situação na Educação Pré-escolar
Questionário para ser preenchido por educadores/as de infância da rede pública Para responder ao questionário seleciona: https://dados.fenprof.pt/1021 A FENPROF e os seus Sindicatos pretendem fazer uma avaliação para melhor conhecerem a situação profissional das/os educadoras/es de infância, debater propostas para resolver problemas detetados e perspetivar formas de ação e luta a desenvolver. Questões como horário de trabalho, dispensa ou redução da componente letiva, carreira, aposentação, progressão ou outras carecem das suas opiniões sobre estas matérias. É isso que pretendemos com este questionário. É nossa convicção que a participação e envolvimento de todas/os contribui para melhorar as condições de trabalho e, logo, a vida dos trabalhadores, proporcionando uma melhor conciliação entre a vida profissional e a familiar. Nesse âmbito, a FENPROF e os seus Sindicatos, elaboraram este questionário a fim de recolher opiniões das/os educadoras/es de infância, o qual ocupará, apenas, breves minutos do seu tempo. Participa preenchendo até dia 7 de fevereiro e divulga pelos teus contactos, entre as/os educadoras/es de infância da rede pública. É com o empenho, trabalho e envolvimento de todas/os que transformamos as reivindicações numa realidade almejada pelos docentes da educação pré-escolar. Para responder ao questionário seleciona: https://dados.fenprof.pt/1021/
- Intensificar a luta para efectivar direitos
Posição da CGTP-IN | Eleições legislativas de 30 de Janeiro de 2022 A CGTP-IN saúda os trabalhadores e a população pela participação nas eleições legislativas de 30 de Janeiro, num quadro em que a degradação das suas condições de trabalho e de vida e os problemas estruturais do país exigem respostas e soluções que dinamizem a produção nacional e promovam o desenvolvimento soberano do país, que garantam o aumento geral dos salários, o trabalho com direitos e o fim da precariedade, a redução do horário de trabalho e a sua regulação, o direito de contratação colectiva e da actividade sindical, mais e melhores serviços públicos. Num contexto marcado pela bipolarização, seja com a difusão da falsa ideia de que se estava a eleger o primeiro-ministro, seja com a publicação de sondagens que colocavam dúvidas quanto ao partido mais votado que não se vieram, nem de perto nem de longe, a confirmar, os trabalhadores e a população viram o esclarecimento que uma campanha eleitoral à partida permite, ser ainda mais condicionado pela pandemia. Assim, os resultados das eleições confirmam a rejeição dos projectos de aumento da exploração e destruição dos serviços públicos e Funções Sociais do Estado dos partidos mais à direita, e traduzem um aumento da votação no Partido Socialista (PS), cuja maioria absoluta não pode ser dissociada dos factores já referidos que conduziram ao voto útil e à redução da votação, nomeadamente, na CDU e no BE. Ainda no plano eleitoral, sobressai o aumento da votação nas forças mais reaccionárias e de extrema-direita, cujo combate se faz com uma nova política que responda às necessidades e anseios dos trabalhadores, rejeitando o populismo e o individualismo. Os problemas com que os trabalhadores e as suas famílias estão confrontados, os baixos salários, a precariedade, os bloqueios à contratação colectiva, o acentuar das desigualdades e os que resultam de uma legislação laboral que tem de ver revogadas as suas normas gravosas, os horários longos e desregulados, a necessidade de reforço dos serviços públicos e das Funções Sociais do Estado, exigem uma resposta efectiva. Exige-se uma resposta do governo. Face a uma maioria absoluta que tenderá a elevar a resistência do PS na resolução dos problemas, é ainda mais necessária a organização, unidade e luta dos trabalhadores. A CGTP-IN realiza nos dias 17 e 18 de Fevereiro as reuniões do Conselho Nacional e Plenário de Sindicatos em que será analisado o quadro político resultante das eleições legislativas e a acção e intervenção a desenvolver para exigir resposta às reivindicações dos trabalhadores, para a qual será fundamental a continuação e aumento da intensa luta que tem vindo a ser desenvolvida, em todos os sectores e em todo o país, garantindo a valorização do trabalho e dos trabalhadores, o direito ao emprego com direitos, a defesa e reforço do Serviço Nacional de Saúde e de todos os serviços públicos, a promoção do desenvolvimento soberano do país. É neste quadro de intensificação da mobilização dos trabalhadores nas empresas e serviços, com a confiança e a certeza de que com a luta é possível e necessário obter resultados, que a CGTP-IN levará ainda a cabo: - A Semana da Igualdade, de 7 a 11 de Março, com o lema “A igualdade tem de existir para o país evoluir”; - Realizar o dia nacional de luta dos jovens trabalhadores, em 31 de Março, com manifestações em Lisboa e no Porto; - Mobilizar para as comemorações do 48º Aniversário do 25 de Abril; - Preparar o 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, de modo a construir uma grandiosa jornada de luta nacional de todos os trabalhadores, em todo o país.
- Plenário Nacional Online para docentes com CIT no Serviço Nacional de Saúde
Inscreve-te na ligação, divulga e participa https://zoom.us/meeting/register/tJModOCuqzsvGN0XvRIhrPZpQp9Inm88EqbQ Com a publicação em BTE do Acordo Coletivo celebrado entre a FENPROF e os Hospitais e serviços do SNS para docentes com CIT aplica-se a carreira docente. Para esclarecimento sobre o que está em causa com este AC vai ser feito um plenário nacional online que se vai realizar na próxima semana, dia 2 de fevereiro (4ªfeira). Peço àqueles que achem importante ser esclarecidos sobre esta Acordo Coletivo se inscrevam para assistirem ao plenário e solicito ainda que no vosso distrito, junto das unidades hospitalares/ unidades de saúde, investiguem se há educadores(as) nesta situação informando-os também da possibilidade de se inscreverem.
- Debate com partidos sobre Precariedade
Ensino Superior e Investigação O SPRC/FENPROF realizou no dia 24 de janeiro, um webinar sobre precariedade no ensino superior. O combate à precariedade representa uma das principais prioridades do SPRC, pois atinge todas as instituições, revela incumprimento legal e deixa às claras a falta de respeito pela dignificação da profissão docente e de investigador. Neste seminário Ana Isabel Mendes, do SPRC, apresentou os números dessa precariedade na região centro, dando, assim, o mote para as intervenções que se seguiram dos representantes dos partidos com grupo parlamentar. O SPRC convidou todas as organizações partidárias com grupo parlamentar, sendo que as ausências só responsabilizam as respetivas organizações Apresentação do tema de discussão O rosto da precariedade nas instituições de ensino superior da região centro Ana Isabel Mendes, do IP de Leiria e dirigente do SPRC (Levantamento realizado com base em dados oficiais) As propostas dos Partidos Políticos com os seguintes candidatos José Leandro Andrade Campos, em representação do PSD, Professor Jubilado da FCTUC Miguel Cardina, em representação do BE, historiador e investigador auxiliar do CES/UC Manuel Pires da Rocha, candidato em representação da CDU, Professor de violino no Conservatório de Música de Coimbra João Fontes da Costa, em representação do PAN, docente do ensino superior no IP de Tomar Encerramento da sessão – síntese dos principais aspetos Nuno Peixinho, Dirigente do SPRC, Investigador no Observatório Geofísico e Astronómico da UC Professor Convidado do Departamento de Física da FCTUC, Membro do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, Portugal.
- Horários a concurso
Horários a concurso permitem estimar que, nas escolas públicas, 30 000 alunos estejam sem as aulas todas No privado, o problema é semelhante, contudo, é ocultado e, que se conheça, nem a Inspeção age, como era seu dever Sem ter em conta as situações de isolamento por Covid-19, que o Ministério da Educação continua a ocultar, e o que se passa nos colégios privados, onde o problema é escondido, ontem, 26 de janeiro de 2022, o número de horas em concurso de contratação de escola era de 5802, sendo necessário recuar a meados de outubro para encontrarmos número mais elevado. Estas 5802 horas distribuem-se por um total de 469 horários a concurso, estimando a FENPROF que sejam afetados pela falta de professores cerca de 30 000 alunos, se considerarmos que, em média, cada 4 horas a concurso correspondem a uma turma sem professor e que estas, também em média, têm apenas 20 alunos. Estas contas não incluem, como atrás se refere, os casos de isolamento devido à Covid-19, pois sendo este de 7 dias, dos quais só 5 são úteis, as escolas têm de encontrar, internamente, forma de garantir a substituição por serem ausências de curta duração. Também não incluem o que se passa nos colégios privados, pois, neles, a falta de professores (que também já não é pontual, tendo-se agravado nos últimos anos) é um problema que, em muitos, já atinge níveis superiores ao das escolas públicas. Isto acontece porque, em 2015, a associação de empregadores impôs a caducidade do Contrato Coletivo de Trabalho que mantinha com a FENPROF desde 1974 e, com o apoio dos sindicatos da UGT, aprovou um CCT que criou uma situação ainda mais negativa para os docentes do ensino particular e cooperativo (no salário, na carreira, nas condições de trabalho…) do que aquela que se vive no ensino público. O resultado foi o esperado: centenas de docentes do ensino privado, ano após ano, principalmente nos últimos 3 anos, concorreram e foram colocados em escolas públicas. Em relação à falta de professores, os colégios e a sua associação representativa ocultam os números e procuram, muitas vezes de forma que roça a ilegalidade, disfarçar o problema. A FENPROF considera que caberia à Inspeção (IGEC) verificar como está a ser “resolvido” o problema nos colégios, mas não acredita na ação de uma entidade que deixou de prestar contas à comunidade educativa e de responder aos pedidos de informação que lhe são dirigidos. Retomando a situação nas escolas públicas, a falta de professores nas escolas, que se agrava, neste final de janeiro, com um grande aumento do número de horários a concurso, era esperada e para ela contribuem diversos fatores, tais como: - A crescente falta de professores, problema desvalorizado por sucessivos governos, desde o de Passos Coelho, que aconselhava os professores a emigrarem, por não serem necessários, ao atual, cujo ministro, ainda há dois anos, considerava que estávamos perante problemas pontuais explorados por jornalistas e sindicalistas; - O envelhecimento dos profissionais docentes, com o número de aposentações a aumentar todos os anos e muitos a contraírem doenças, em muitos casos graves e de caráter prolongado; - Os elevados níveis de exaustão que atingem milhares de docentes, sujeitos que estão a horários que ultrapassam, em muito, os limites fixados na lei, que são alvo dos mais variados abusos e manipulações na distribuição de atividades pelas componentes letiva e não letiva do horário; como se isso já não fosse suficientemente desgastante, a muitos foram, ainda, atribuídas mais turmas e horas de trabalho extraordinário para colmatar a falta de professores nas escolas. A FENPROF há muito que alerta para a previsível falta de professores e, por várias vezes, apresentou propostas para dar resposta imediata e prevenir o futuro. A resolução deste problema não passa por substituir docentes por robôs, mas por restituir atratividade a uma profissão que, na última década e meia, tem vindo a ser alvo de políticas que a têm desvalorizado e de campanhas levadas a efeito pelo poder político para que tal desvalorização também tenha lugar no plano social. Essas políticas levaram ao abandono da profissão de milhares de jovens já formados e à fuga, dos que terminam o ensino secundário, aos cursos de formação de docentes. Não é tarde para resolver o problema, porque nunca é tarde para encontrar soluções, contudo, se, num futuro próximo, nada for feito, o problema agravar-se-á ainda mais, dado o elevado número de docentes que se aposentarão até final da década. Pensar que será com aposentados que se dará resposta a esta situação é uma completa ilusão, pois, sendo verdade que os professores no ativo anseiam por se aposentar, não consta que quem já se aposentou anseie por regressar à atividade. Será a pensar no futuro que, após as eleições, a FENPROF se dirigirá ao futuro poder político: à Assembleia da República entregará, logo que os deputados tomem posse, uma Petição, que já ultrapassou largamente as assinaturas necessárias, em que se exigem medidas que revalorizem a profissão docente e, assim, se recuperem os que a abandonaram, e se atraiam os mais jovens para a formação inicial; ao futuro governo, em particular, à nova equipa ministerial, será entregue um abaixo-assinado com as mesmas exigências, mas, também, propostas concretas, com as quais se pretende iniciar processos negociais de que resultem soluções, processos esses que o atual ministro, há anos, bloqueou, levando ao agravamento de todos os problemas.
- A precariedade nas instituições do Ensino Superior
24 Jan. - 2.ª feira | 17h00—18h30 Em WEBINAR, vamos ouvir as propostas dospartidos políticos https://us06web.zoom.us/j/84912011000 O SPRC/FENPROF organiza no próximo dia 24/1, às 17h00, um webinar sobre precariedade. A precariedade constitui uma verdadeira chaga nas instituições de ensino superior que penaliza a vida de muitos milhares de professores e investigadores. Representa por isso uma das principais prioridades do SPRC. Neste seminário vamos apresentar os números da precariedade para a região centro e ouvir s propostas dos diferentes partidos candidatos às próximas eleições legislativas. Programa Abertura Mário Nogueira, Secretário-geral da FENPROF O rosto da precariedade nas instituições de ensino superior da região centro - Apresentação a cargo da colega Ana Isabel Mendes do IP de Leiria As propostas dos Partidos Políticos com os seguintes candidatos: José Leandro Andrade Campos, em representação do PSD, Professor Jubilado da FCTUC Miguel Cardina, em representação do BE, historiador e investigador auxiliar do CES/UC Manuel Pires da Rocha, em representação da CDU, Professor de violino no Conservatório de Música de Coimbra José Fontes da Costa, em representação do PAN, docente do ensino superior no IP de Tomar Anunciaremos logo que possível o representante do PS Encerramento com Nuno Peixinho, Dirigente do SPRC/FENPROF, Investigador no Observatório Geofísico e Astronómico da UC, Professor Convidado do Departamento de Física da FCTUC e membro do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, Portugal.












