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  • Seminário on-line: Inteligência Artificial (IA) e trabalho académico - 2 de julho

    Quinta-feira 2/7 – 14h30-16hOportunidades, riscos e desafios para os docentes do ensino superior Link: https://us06web.zoom.us/j/85960227158?pwd=KWtWxoD7W7MS7bxefpdVAPCD0xJCVY.1 A inteligência artificial está a transformar rapidamente o ensino superior. Da preparação de aulas à avaliação, da investigação científica à produção de conteúdos, as novas ferramentas de IA estão já a alterar práticas profissionais, formas de organização do trabalho e relações pedagógicas. Mas esta transformação levanta também questões fundamentais: Quem controla estas tecnologias? Que impacto terão na autonomia profissional dos docentes? Poderão contribuir para melhorar as condições de trabalho ou serão utilizadas para intensificar ritmos de trabalho, aumentar mecanismos de controlo e reduzir a autonomia académica? Num momento em que a inteligência artificial se afirma como uma das grandes forças de mudança do ensino superior, importa refletir criticamente sobre os seus impactos, oportunidades e riscos, colocando no centro do debate as condições de trabalho, a qualidade do ensino e o papel dos docentes e investigadores na definição do futuro da academia. Luís Tinoca: A Inteligência Artificial na Educação: desafios pedagógicos, organizacionais e institucionais Professor do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Tem desenvolvido investigação nas áreas da inovação pedagógica, avaliação das aprendizagens, tecnologias educativas e transformação digital da educação. Tem participado em diversos projetos nacionais e internacionais relacionados com a utilização de tecnologias digitais no ensino e na aprendizagem. André Carmo: Inteligência Artificial, trabalho académico e democracia digital Investigador e docente universitário nas áreas da sociologia, comunicação digital e estudos críticos da tecnologia. Tem desenvolvido investigação sobre plataformas digitais, inteligência artificial, poder tecnológico e impactos sociais da transformação digital, contribuindo para o debate público sobre os desafios democráticos associados às novas tecnologias. Serão ainda apresentados os primeiros resultados do projeto europeu Balancing AI in EDU, promovido pela European Trade Union Committee for Education (ETUCE) e financiado pela União Europeia, que procura reforçar a capacidade dos sindicatos da educação para intervir na definição das políticas relativas à inteligência artificial. O estudo analisa os impactos da IA nas condições de trabalho dos profissionais da educação e identifica desafios emergentes para a ação sindical e para a regulação democrática destas tecnologias.

  • Mais de 2300 docentes exigiram equidade na monodocência: FENPROF entregou resolução ao MECI

    A FENPROF realizou hoje, entre as 10h00 e as 13h30, frente ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), uma Tribuna Pública pela equidade na monodocência em relação aos restantes níveis de ensino, que reuniu mais de 2300 educadores e professores. Ao longo da iniciativa realizaram-se diversas intervenções de docentes e dirigentes sindicais, tendo sido aprovada, por unanimidade, uma Resolução, posteriormente entregue no MECI. Os educadores de infância e professores do 1.º ciclo continuam a denunciar uma situação que consideram injusta: asseguram uma componente letiva superior à dos restantes docentes sem que exista uma organização do trabalho que reconheça e responda adequadamente a esse acréscimo de exigência. Francisco Gonçalves (Secretário Geral da FENPROF) José Feliciano Costa (Secretário Geral da FENPROF) Para a FENPROF, esta reivindicação não deve ser vista como uma questão setorial nem como um fator de divisão entre professores. Pelo contrário, coloca em evidência a necessidade de garantir equidade entre todos os docentes, assegurando direitos, condições de trabalho e reconhecimento profissional coerentes em todos os níveis de educação e ensino. A presença, na iniciativa, de professores dos 2.º e 3.º ciclos e do ensino secundário demonstrou precisamente essa compreensão: a valorização da monodocência faz parte da defesa de uma profissão docente mais equilibrada e mais respeitada. Os docentes da educação pré-escolar e do 1.º ciclo continuam sujeitos a um modelo que concentra responsabilidades letivas, pedagógicas, organizativas e de acompanhamento permanente das crianças ao longo do dia. Não está apenas em causa uma diferença quantitativa de horário letivo, mas também uma exigência qualitativa muito elevada, resultante do contacto contínuo com os mesmos alunos em fases particularmente exigentes do seu desenvolvimento. Por isso, a resposta não pode limitar-se a soluções compensatórias ou mecanismos avulsos. O que está em causa é uma reorganização equilibrada da profissão docente, transversal aos diferentes níveis de educação e ensino, que respeite tempos de trabalho sustentáveis e reconheça as especificidades de cada contexto educativo. A FENPROF alertou ainda para uma tendência crescente de transferência para a Escola de responsabilidades sociais que extravasam a sua função educativa. A extensão dos tempos de permanência das crianças nas escolas e jardins de infância, frequentemente associada à ausência de respostas públicas adequadas às necessidades das famílias, tem recaído sobre educadores e professores. A escola pública não pode ser concebida essencialmente como resposta de guarda das crianças. Uma educação de qualidade exige tempo para ensinar, aprender, preparar, acompanhar e avaliar, bem como condições que promovam o equilíbrio e o desenvolvimento de crianças e jovens. A exigência hoje afirmada é clara: criar condições de trabalho mais justas, respeitar os tempos pedagógicos, valorizar a profissão docente e reconhecer as especificidades de cada nível de ensino. Porque valorizar os docentes é também valorizar a escola pública, os alunos, as famílias e o país. A exigência é justa. A resposta é necessária. A luta vai continuar. O Secretariado Nacional videos e álbum de fotos em https://www.fenprof.pt/mais-de-2300-docentes-exigiram-hoje-equidade-na-monodocencia-fenprof-entregou-resolucao-ao-meci #monodocentes #monodocência #seguidores

  • Exames Nacionais: Atrasos, falhas organizativas e a responsabilidade do Estado perante os alunos

    Imagem: WIX À FENPROF têm chegado relatos de professores classificadores do exame nacional de Português do 12.º ano que, apesar de o período de classificação decorrer entre 23 de junho e 5 de julho, continuam sem receber as credenciais e os códigos indispensáveis para aceder às provas que lhes foram atribuídas. Há que dizer que estes relatos vêm somar-se a diferentes notícias de erros e problemas verificados com as provas e os exames nacionais. Este facto suscita preocupação, num momento particularmente exigente para o sistema educativo, com milhares de provas que têm de ser digitalizadas, distribuídas e classificadas dentro de prazos apertados, num processo em que a eficiência e o rigor são essenciais para garantir a confiança dos alunos, das famílias e das escolas. A situação ganha especial relevância porque ocorre após a extinção das estruturas que durante anos asseguraram a coordenação destes procedimentos. A reestruturação do Ministério da Educação, Ciência e Inovação, apresentada como uma modernização administrativa, traduziu-se, na prática, no desmantelamento de serviços especializados e na transferência de competências para a Agência para a Gestão do Sistema Educativo, I.P. (AGSE, I.P.), um organismo de administração indireta do Estado. Desde a sua criação, multiplicam-se os relatos de obstáculos operacionais: contacto extremamente dificultado com os serviços, dado o reduzido número de vias disponíveis – um número de telefone fixo, um endereço de e-mail e o E72 –, respostas tardias, inexistentes, ou até contraditórias, plataformas que não funcionam adequadamente, atrasos no tratamento de processos e dificuldades de articulação entre serviços. O que deveria representar uma melhoria da eficiência administrativa tem sido marcado por problemas que comprometem o normal funcionamento de áreas críticas do sistema educativo. A máquina apurada que o ministro Fernando Alexandre anunciava que nasceria do desmantelamento de serviços do ministério vem estando, afinal, muito distante da realidade dos factos com que todos somos confrontados diariamente. A FENPROF considera que, sem prejuízo da luta por uma escola sem exames como horizonte reivindicativo, importa ter em mente que os exames nacionais não constituem um mero procedimento burocrático, já que, para milhares de jovens, representam uma das etapas mais importantes do seu percurso académico, pois os seus resultados condicionam o acesso ao ensino superior, influenciam escolhas de vida e determinam oportunidades futuras. Cada atraso, cada falha técnica e cada problema organizativo gera ansiedade acrescida junto dos alunos e das famílias. A recente polémica em torno da prova de Português veio já lançar dúvidas e alimentar um debate sobre a igualdade de oportunidades entre estudantes. Por outro lado, num contexto tão sensível, seria exigível que a organização e a classificação das provas decorressem com total normalidade, transparência e eficácia. Sobre esta matéria a FENPROF não pode, ainda, deixar de sublinhar a sua posição de princípio relativamente aos exames: a imposição de exames como ferramenta central de avaliação não garante a qualidade educativa, antes promove injustiças, vícios e desigualdades, pondo em causa os princípios de uma escola pública, democrática e de qualidade, ao mesmo tempo que serve objetivos de mercantilização nas áreas da educação e do ensino. O Estado tem o dever de assegurar que os exames nacionais, a existirem, são conduzidos com rigor absoluto. Não é aceitável que processos administrativos deficientes, falhas tecnológicas ou decisões de reorganização mal preparadas coloquem em causa a confiança num sistema que influencia decisivamente o futuro de milhares de alunos. Lisboa, 24 de junho de 2026 O Secretariado Nacional da FENPROF

  • FENPROF denuncia injustiça que afeta docentes do grupo 210 (Português/Francês)

    Imagem: WIX. A FENPROF vem denunciar uma situação que afeta os docentes do grupo de recrutamento 210 (Português e Francês, 2.º Ciclo) que considera profundamente injusta e incoerente no sistema educativo português. Num tempo em que sucessivos governos reconheceram e reconhecem publicamente a falta de professores de Português, estes docentes assistem, há mais de duas décadas, ao progressivo esvaziamento do seu grupo de recrutamento, à redução de vagas disponíveis e à sua exclusão do exercício de funções para as quais possuem habilitação profissional. A realidade é particularmente contraditória. Enquanto se afirma existir carência de professores de Português, as vagas do grupo 210 vão desaparecendo à medida que ocorrem aposentações, sem que sejam repostas. Em muitas escolas, horários completos e anuais da disciplina de Português são atribuídos a docentes de outros grupos de recrutamento, designadamente dos grupos 200, 220 e, frequentemente, até do grupo 300, muitas vezes para efeitos de completamento de horário. Como consequência, de ano para ano, aumenta o número de docentes do grupo 210 sem colocação, apesar de possuírem qualificação profissional para lecionar Português no 2.º ciclo. A situação torna-se ainda mais incompreensível quando se verifica que horários de Português Língua Não Materna (PLNM) no 2.º ciclo são frequentemente atribuídos a docentes do 3.º ciclo e ensino secundário, do grupo 300, enquanto os professores do grupo 210, especificamente habilitados para o ensino do Português neste nível de ensino, são incompreensivelmente afastados dessa atribuição. Por outro lado, todos estes docentes possuem também formação em Francês e muitos deles terão mesmo habilitação própria para a docência desta disciplina, como da de Português, no 3.º ciclo e no ensino secundário, pelo que poderão ser considerados para efeito de atribuição de serviço nos grupos de recrutamento que lhes correspondem (310 e 300, respetivamente), o que, no entanto, quase nunca acontece. Esta situação tem produzido consequências profundamente penalizadoras para centenas de docentes. No concurso interno de 2024/2025, cerca de 310 candidatos do grupo 210, na sua esmagadora maioria com mais de 50 anos de idade e mais de 30 anos de serviço, continuam impedidos de aceder à mobilidade profissional a que legitimamente aspiram, permanecendo, em muitos casos, vinculados à mesma escola onde obtiveram colocação definitiva há décadas. Os docentes denunciam que a progressiva eliminação de vagas do grupo 210 resulta, não de uma diminuição das necessidades permanentes de ensino de Português, mas de opções administrativas que têm vindo a transferir essas necessidades para outros grupos de recrutamento. Perante esta realidade, a FENPROF exige à tutela que procure, quanto antes, pôr em prática soluções que reparem uma injustiça que se arrasta há mais de vinte anos. Entre as propostas que se afiguram necessárias, encontra-se a possibilidade de integração destes docentes nas necessidades de Português Língua Não Materna do 2.º ciclo, área em que a sua formação e experiência constituem uma mais-valia evidente e dando respaldo à recomendação n.º 5/2026 do Conselho Nacional de Educação sobre a inclusão de alunos migrantes e o papel da disciplina de Português Língua Não Materna (PLNM) Seria, ainda, pertinente considerar a possibilidade de criação, no 2.º ciclo, de grupos disciplinares correspondentes a uma única disciplina, nomeadamente Português, Inglês e História e Geografia de Portugal, permitindo aos docentes optar pela área em que pretendem exercer funções, de acordo com a sua formação académica e profissional. A FENPROF considera urgente que a tutela olhe para estas situações e adote estas propostas, ou outras que se afigurem úteis e necessárias, para respeitar e valorizar todas as carreiras, garantindo igualdade de oportunidades e valorização das habilitações profissionais destes docentes. Lisboa, 24 de junho de 2026 O Secretariado Nacional da FENPROF

  • Solidariedade com Cuba! Fim ao bloqueio, à agressão e às ameaças dos EUA!

    Realiza-se na próxima quinta-feira, 25 de junho, em Lisboa, a manifestação “Solidariedade com Cuba! Fim ao bloqueio, à agressão e às ameaças dos EUA!”, promovida pela Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) e pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), num momento em que ganha particular importância afirmar a solidariedade entre os povos, o respeito pelo direito internacional, pela soberania e pela Paz. A iniciativa constitui um apelo à participação de todos quantos rejeitam o bloqueio imposto pelos Estados Unidos da América a Cuba, bem como a escalada de medidas de pressão e ameaças dirigidas ao povo cubano, e defendem o direito de Cuba a decidir soberanamente o seu caminho de desenvolvimento. A concentração terá lugar às 18h00, junto à Cantina Velha, na Cidade Universitária, seguindo em manifestação com passagem junto à Embaixada dos EUA e terminando em Sete Rios, em frente ao Jardim Zoológico. A sessão contará com uma atuação de abertura do músico brasileiro Udi Fagundes, seguindo-se intervenções de Isabel Camarinha e João Terreiro. Cuba não está só! Solidariedade com o povo cubano!

  • A LUTA É CONTÍNUA: VIVA A DERROTA DO PACOTE LABORAL!

    Foram meses de luta intensa, persistente e diversificada contra o chamado Pacote Laboral e contra mais de uma centena de propostas que visavam agravar a legislação laboral e enfraquecer direitos conquistados pelos trabalhadores. Desde o primeiro momento, o SPRC, integrado na ação da FENPROF, da Frente Comum e da CGTP-IN, esteve presente em todas as frentes desta luta: na informação e esclarecimento, nas reuniões e plenários, nas concentrações, manifestações, piquetes e nas Greves Gerais realizadas. Hoje confirma-se aquilo que sempre afirmámos: vale a pena lutar. A queda do Pacote Laboral demonstra que nenhuma maioria parlamentar está imune à força da mobilização dos trabalhadores. Mesmo num contexto político desfavorável aos interesses de quem trabalha, a dimensão da contestação social e sindical tornou impossível ignorar a rejeição expressa por milhares de trabalhadores. Este resultado pertence a todos os que participaram, resistiram e não desistiram. O SPRC saúda os milhares de educadores, professores e investigadores que estiveram presentes ao longo destes meses e que deram expressão concreta à defesa do trabalho com direitos. A valorização do trabalho, dos salários, das carreiras e da contratação coletiva continua a ser condição essencial para o desenvolvimento económico, social e humano do país. A luta vale. A luta transforma. E a luta continua. Viva os educadores, professores e investigadores!Viva a luta dos trabalhadores!Viva o SPRC, os sindicatos da FENPROF e a CGTP-IN!

  • Tribuna Pública pela Equidade na Monodocência realiza-se a 15 de junho, junto ao MECI

    A FENPROF promove, no próximo dia 15 de junho, às 10 horas, junto ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), uma Tribuna Pública pela Equidade na Monodocência. A iniciativa, anunciada em 16 de maio na Manifestação Nacional dos Professores e Educadores, está integrada na luta pela valorização dos docentes da Educação Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico e enquadra-se no atual processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD). A data escolhida não é casual. No dia em que os restantes níveis de ensino terminam as suas atividades letivas, os educadores de infância e os professores do 1.º Ciclo permanecem em funções letivas durante mais quinze dias, realidade que evidencia uma desigualdade persistente no tratamento destes docentes e dos níveis de ensino em que exercem a sua atividade que não pode, em caso algum, ser pensada para a satisfação de necessidades sociais das famílias. Tal não respeita as funções docentes, nem se revela útil para as crianças, em particular do ponto de vista educativo. INSCREVE-TE AQUI! https://forms.gle/nTXMdQF4FMLzbtzA7 A exigência de equidade na monodocência constitui uma antiga reivindicação da FENPROF e assume particular relevância no atual contexto da revisão do ECD. A Federação tem defendido a adoção de medidas concretas que ponham termo às desigualdades existentes face aos restantes níveis e ciclos de ensino, designadamente no que respeita à organização dos horários de trabalho, à aplicação das reduções da componente letiva previstas no artigo 79.º do ECD, ao exercício de cargos pedagógicos e à calendarização das atividades letivas. A FENPROF exige, igualmente, a criação de um regime de aposentação digno para todos os docentes, independentemente do ciclo ou nível de educação e ensino, aos 36 anos de serviço, sem quaisquer penalizações. A Tribuna Pública contará com intervenções de dirigentes sindicais e outros docentes, dando voz a quem diariamente enfrenta as exigências específicas da monodocência e continua a ver desvalorizadas as suas condições de trabalho. Durante a iniciativa, será ainda proposta a aprovação de uma moção, a entregar ao MECI, exigindo a adoção de medidas capazes de garantir uma efetiva valorização e igualdade de tratamento entre todos os níveis e ciclos de ensino. Para permitir a participação dos docentes nesta ação, a FENPROF convocou uma Greve Nacional da Monodocência para o mesmo dia, abrangendo todos os educadores de infância e docentes do 1.º Ciclo do Ensino Básico, bem como outros docentes que exercem funções nesses setores, independentemente do seu vínculo laboral. A FENPROF reafirma que não reclama privilégios para estes profissionais. Reclama, isso sim, justiça, reconhecimento e igualdade de tratamento para quem assegura os primeiros anos da escolaridade e, portanto, desempenha um papel determinante na construção de uma Escola Pública de qualidade. Lisboa, 12 de junho de 2026 O Secretariado Nacional da FENPROF

  • Nota de Pesar pelo falecimento de Helena Avelãs Nunes

    Helena Avelãs Nunes era sócia fundadora do Sindicato dos Professores da Região Centro e professora que marcou gerações pelo seu percurso profissional e pelo exemplo de intervenção cívica e política. Ao longo da sua vida profissional, exerceu funções docentes, com professora de Geografia, designadamente, na Escola Secundária D. Duarte e na Escola Secundária Avelar Brotero, deixando junto de alunos, colegas e comunidades educativas a marca do seu compromisso com a Escola Pública e com a dignificação da profissão docente. Helena Avelãs Nunes distinguiu-se pela firmeza das suas convicções políticas e profissionais, pela coerência com que as assumiu e pela disponibilidade para e defender os valores em que acreditava. A sua ligação ao movimento sindical e ao SPRC, desde a sua criação, foi expressão dessa dedicação a causas coletivas, sempre orientada por um profundo sentido de justiça, solidariedade e compromisso com os professores e com a educação. O SPRC presta homenagem ao seu percurso e, à família, aos amigos e aos seus colegas, o dirige as mais sentidas condolências.

  • Mobilidade por doença: obtenção do relatório médico e formalização do pedido de mobilidade por motivo de doença para 2026/2027

    Está publicitado na página da AGSE a abertura do processo relativo à mobilidade por doença. Assim, de acordo com esta agência, "encontram-se disponíveis as aplicações eletrónicas destinadas à renovação, à obtenção do relatório médico e à formalização do pedido de mobilidade por motivo de doença para 2026/2027". Os procedimentos decorrem nos seguintes prazos: • Renovação – 8 a 15 de junho de 2026 • Extração de relatório médico e formalização do pedido – 8 a 18 de junho de 2026 (novos pedidos) SIGRHE – Mobilidade de docentes por motivo de doença – 2026/2027 Nota de Anexos Legislação Decreto-Lei n.º 43/2025, de 26 de março Decreto-lei n.º 41/2022, de 17 de junho Despacho n.º 5868-B/2025, de 23 de maio Aviso de abertura MPD 2026/2027 Outros Códigos dos AE/EnAPerguntas Frequentes

  • Informação aos Sócios do SPRC: Assembleia Geral de Sócios - 11 de junho - 9:30 horas

    Imagem Freepik Tendo em vista a realização da Assembleia Geral Extraordinária do SPRC, convocada para o próximo dia 11 de junho de 2026, pelas 9:30 horas (primeira convocatória), destinada à apreciação e votação da proposta de alteração dos Estatutos do Sindicato, a Direção do SPRC informa os associados das diligências já efetuadas para assegurar o direito de participação nos termos da legislação em vigor (qualquer sócio pode participar, sem limitação horária). Assim, as horas utilizadas pelos docentes para participação na Assembleia Geral não originam qualquer desconto remuneratório nem podendo dar lugar a qualquer tipo de prejuízo profissional. A Direção do SPRC continuará a acompanhar todo o processo e a intervir sempre que se revele necessário para garantir o pleno exercício dos direitos sindicais dos seus associados. A Direção do SPRC

  • Assembleia Geral Extraordinária do SPRC debate alteração aos Estatutos

    O Sindicato dos Professores da Região Centro vai realizar uma Assembleia Geral Extraordinária de sócios no próximo dia 11 de junho de 2026, pelas 9h30, nas instalações do Centro de Formação do sindicato, localizadas na Rua Bernardim Machado, n.º 36, em Coimbra. A convocatória, assinada pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral, Mário Nogueira, surge na sequência de uma solicitação apresentada pela Direção Regional do SPRC, ao abrigo do disposto nos estatutos da organização sindical. Não havendo quórum, a Assembleia Geral reunirá uma hora depois, qualquer que seja o número de associados presente. A reunião terá um único ponto na ordem de trabalhos: a alteração aos estatutos do sindicato, nos termos previstos no artigo 40.º, alínea a), dos estatutos do SPRC. A direção sindical apela à participação dos docentes e investigadores sindicalizados nesta Assembleia Geral extraordinária, considerada um momento importante para a vida interna e o funcionamento futuro da organização. Nota: os associados que não tenham recebido, por correio normal ou e-mail a proposta de alteração que será discutidae aprovada, devem solicitá-la junto do SPRC.

  • Educação e Ciência em luta: greve geral fecha escolas e mostra a força dos trabalhadores

    A adesão dos educadores, professores e investigadores à Greve Geral convocada pela CGTP-IN para o dia 3 de junho está a traduzir-se numa expressiva demonstração de unidade, determinação e capacidade de luta dos trabalhadores da Educação e da Ciência. Em toda a região, desde a Educação Pré-Escolar ao Ensino Superior, registam-se elevados níveis de adesão, com quase todos os estabelecimentos de ensino encerrados. Também nas instituições de ensino superior e de investigação, nomeadamente nas Universidades de Coimbra e de Aveiro, muitos docentes e investigadores participam nesta jornada de luta. Esta greve realiza-se em defesa dos direitos laborais, da contratação coletiva, da liberdade sindical e do direito à greve, fortemente ameaçados pelo pacote laboral que o Governo pretende impor. Ao contrário da propaganda governamental, não estamos perante qualquer processo de modernização das relações laborais. O que está em causa é um profundo retrocesso social, colocando os interesses patronais acima dos direitos dos trabalhadores e recuperando conceções laborais que se julgavam ultrapassadas. Anabela Sotaia - SPRC/FENPROF Na Educação e na Investigação, estas alterações terão consequências particularmente gravosas, agravando a instabilidade profissional, fragilizando ainda mais as carreiras e comprometendo a necessária valorização dos profissionais que garantem o funcionamento das escolas, das instituições de ensino superior e dos centros de investigação. É inaceitável que o Governo persista em impor medidas amplamente rejeitadas pelos trabalhadores, procurando limitar direitos fundamentais conquistados ao longo de décadas de luta. A expressiva adesão hoje registada demonstra que os trabalhadores não aceitam este caminho e estão determinados em defender os seus direitos, os seus salários, as suas carreiras e os serviços públicos de qualidade. João Louceiro - SPRC/FENPROF A Greve Geral de 3 de junho afirma-se, assim, como uma resposta indispensável de resistência e combate contra a precariedade, a exploração e a destruição de direitos laborais. Os trabalhadores da Educação e da Ciência reafirmam a sua determinação em prosseguir a luta por trabalho com direitos, por carreiras dignas, pela valorização dos salários e pela defesa da Escola Pública, do Ensino Superior e da Investigação Científica ao serviço do desenvolvimento do país. Foto Mário Nogueira ALGUNS DADOS DA ADESÃO À GREVE GERAL NAS ESCOLAS DA REGIÃO CENTRO (ENCERRADAS/SEM AULAS/SEM ATIVIDADE) — dados às 11:15 horas EBI de Eixo Aveiro EB 1 de Esgueira Aveiro JI de Esgueira Aveiro Agrupamento de Escolas de Águeda Aveiro EB 2, 3 de Ílhavo Aveiro Centro Escolar de Alquerubim Aveiro EB Fernando Peixinho Aveiro EB 2, 3 de Cacia Aveiro Escola Secundária Dr. João Celestino Gomes Aveiro EB Nossa Senhora do Pranto Aveiro Escola Básica de Valongo do Vouga Aveiro Escola EB 2,3 e Secundária Mário Sacramento Aveiro EB 2,3 da Gafanha da Nazaré Aveiro Conservatório de Música de Aveiro Aveiro EB 2,3 João Afonso Aveiro EB de Aradas Aveiro ES de Oliveira do Bairro Aveiro EB 2,3 de Aradas Aveiro Agrupamento de Escolas de Águeda Aveiro Escola Básica 1,2,3 de Eixo Aveiro Escola Básica José Ferreira Pinto Basto Aveiro Escola Secundária José Estêvão Aveiro Escola Básica de S. Bernardo Aveiro EB1/JI Esgueira Aveiro Centro Escolar de Alquerubim Aveiro EB 2/3 Fernando Peixinho Aveiro EB 2,3 Rio Novo do Príncipe Aveiro EB Nossa Senhora do Pranto Aveiro Escola Básica e Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima Aveiro Escola Básica de Valongo do Vouga Aveiro Escola Básica da Gafanha da Nazaré Aveiro Conservatório de Música Calouste Gulbenkian- Aveiro Aveiro Escola Básica João Afonso Aveiro Escola Secundária de Oliveira do Bairro Aveiro Escola Básica do Troviscal Aveiro Escola Básica da Palhaça Aveiro AE Frei Heitor Pinto, EB1 do Peso Castelo Branco AE Teixoso/ EB1 de Orjais Castelo Branco SNIPI- Fundão Castelo Branco AE A Lã e a Neve/ EB S. Domingos Castelo Branco AE Pêro da Covilhã/EB1 S. Silvestre Castelo Branco EB Faria de Vasconcelos Castelo Branco AE Pêro da Covilhã/ EB Pêro da Covilhã Castelo Branco EB S. Domingos Castelo Branco EB 1 S. Silvestre (central) Castelo Branco EB Cidade de Castelo Branco Castelo Branco EB Pêro da Covilhã Castelo Branco EB Afonso de Paiva Castelo Branco EB 1 Póvoa de Rio de Moinhos Castelo Branco JI de Orvalho Castelo Branco EB Afonso de Paiva Castelo Branco EB1 Castelo Castelo Branco EB1 S.Tiago Castelo Branco JI Quinta das Violetas Castelo Branco JI Valongo Castelo Branco EB Faria Vasconcelos Castelo Branco EB Cidade Castelo Branco Castelo Branco EB1 Boa Esperança Castelo Branco JI Boa Esperança Castelo Branco EB1 Póvoa Rio de Moinhos Castelo Branco EB1 Tinalhas Castelo Branco EB1 Zebreira Castelo Branco JI da Zebreira Castelo Branco EBS Vila de Rei Castelo Branco JI Vila de Rei Castelo Branco AE Teixoso Castelo Branco EBS Vila Velha de Ródão Castelo Branco JI Porto do Tejo Castelo Branco E Secundária Campos Melo Castelo Branco EBS P. António de Andrade Castelo Branco JI Estreito Castelo Branco EB1 Orvalho Castelo Branco JI Oleiros Castelo Branco AE Ribeiro Sanches Castelo Branco Centro Escolar Penamacor Castelo Branco Escola Secundária da Quinta das Flores Coimbra EB 2, 3 das Alhadas Coimbra EB 2, 3 de Mira Coimbra Escola Secundária de Mira Coimbra EB 2, 3 e Secundária Dr Daniel de Matos Coimbra Escola Secundária Infanta D. Maria Coimbra Escola Secundária José Falcão Coimbra Escola Secundária Jaime Cortesão Coimbra EB 2, 3 Poeta Manuel da Silva Gaio Coimbra EB 2, 3 de Ceira Coimbra EB 1 do Castelo Coimbra EB 2, 3 João de Barros Coimbra EB 2, 3 Infante D. Pedro - Buarcos Coimbra EB 1, 2 de Soure Coimbra EB 3.º CEB/Secundária de Soure Coimbra JI de Santa Apolónia Coimbra EB 1 de Sta Apolónia Coimbra JI de Trouxemil Coimbra EB 1 de Almedina Coimbra EB 1 de S. Bartolomeu Coimbra EB 1 de Sta Cruz Coimbra JI 25 de Abril (IPSS) Coimbra EB 2,3 Rainha Santa Isabel Coimbra JI do Loreto Coimbra ES de Condeixa Coimbra Centro Educativo de Condeixa Coimbra AE da Lousã Coimbra Conservatório de Música de Coimbra Coimbra Escola Secundária da Sé Guarda EB 2, 3 Carolina Beatriz Ângelo Guarda Centro Escolar da Meda Guarda Agrupamento de Escolas da Sé Guarda EB 1 Paços da Serra Guarda Jardim de Infância dos Trinta Guarda EB1 da Estação da Guarda Guarda EB 2,3 e Secundária Guilherme Correia de Carvalho Guarda EB Santa Clara Guarda EB1 de Augusto Gil Guarda EB1 das Lameirinhas Guarda 1º CEB de Mêda Guarda EB1 do Bonfim Guarda 1º CEB (todo o concelho de Figueira de Castelo Rodrigo) Guarda Centro Escolar da Sequeira Guarda Centro Escolar de Seia Guarda Jardim de Infância de Manteigas Guarda EB 1 de Manteigas Guarda Agrupamento de escolas de Pinhel Guarda Jardim de Infância de Pinhel Guarda E.B 2,3 e Sec da Mêda Guarda EB de Pinhel Guarda EB 1 do Bairro da Luz Guarda EB do Sabugal Guarda A.E. Trancoso Guarda Jardim de Infância de Gonçalo Guarda EB 2, 3 D. Dinis Leiria EB da Barosa Leiria EB 2, 3/Secundária Amadeu Gaudêncio Leiria EB 1 de Engenho Leiria Escola Secundária Eng.º Calazans Duarte Leiria ES de Pedrógão Grande Leiria EB 2,3 de Avelar Leiria EBS S. Martinho do Porto Leiria EB23 D. Dinis Leiria EB Barosa Leiria ES Eng. Acácio Calazans Duarte Leiria EBS Amadeu Gaudêncio Leiria EB Engenho Leiria Agrupamento de Escolas Luis de Ataíde (sede) Leiria EB Nº1 Benedita Leiria AE Pedrógão Grande Leiria EB Azóia Leiria ES Inês de Castro Leiria CE Coimbrão Leiria Agrupamento de escolas de Peniche Leiria EB Nº2 Avelar Leiria EB23 Guilherme Stephens Leiria EB23 Prof. Alberto Nery Capucho Leiria ES Pinhal do Rei Leiria EB1 Albergaria Leiria EB1 João Beare Leiria EB1 Monte Real Leiria EB1 Amarela Leiria ES D. Inês de Castro Leiria EB23 D. Pedro I Leiria EB Capuchos (Pré-Escolar) Leiria EB Capuchos (1ºCEB) Leiria EB1 Pataias Leiria AE Caranguejeira e Sta. Catarina da Serra Leiria CE Famalicão Leiria EB1 Ribafria Leiria EB23 Marquês de Pombal Leiria JI Bairro dos Pescadores Leiria Agrupamento de Escolas Atouguia da Baleia Leiria EB 2, 3 do Caramulo Viseu EB 2, 3 de Mortágua Viseu Centro Escolar de Mortágua Viseu EB 2, 3 de Santa Comba Dão Viseu EB 3. CEB + Secundária de Santa Comba Dão Viseu Centro Escolar de Santa Comba Dão Viseu Centro Escolar de Cancela Viseu EB 2,3 /Secundária de Sernancelhe Viseu EB1 de Sernancelhe Viseu Esc. Secundária de Sta Comba dão VISEU JI de Rebordinho, VOUZELA VISEU JI de Campia, VOUZELA VISEU JI de Cinfães VISEU Centro Escolar Aquilino Ribeiro Viseu EB 1, 2 de João de Barros Viseu EB 2, 3 General Serpa Pinto Viseu EB 2, 3 Infante D. Henrique - Repeses Viseu EB 1 de Bigas Viseu JI de Cinfães Viseu Eb de Abrunhosa Viseu EBI de Cabanas de Viriato, Carregal do Sal VISEU C. Escolar de Tarouquela, Souselo VISEU EB 2,3 de Penedono VISEU EB 1 do Fojo, Canas de Senhorim VISEU EB 1 de Lapa do Lobo, Canas de Senhorim VISEU JI de Lapa do Lobo, Canas de Senhorim VISEU EB 1 de Aguieira, Canas de Senhorim VISEU EB 1 da Ribeira, Viseu VISEU EB 2,3 D. Duarte, Vil de Soito, Viseu VISEU EB 2,3 de Ferreira d'Aves, Sátão VISEU EB 1 de Ferreira d'Aves, Sátão VISEU JI de Ferreira d'Aves, Sátão VISEU JI de Rãs, Sátão VISEU JI de Abrunhosa, Sátão VISEU EB 2,3 de Sta Cruz da Trapa VISEU EB de Vila Nova do Campo, Viseu VISEU EB de S. Martinho de Órgens, Viseu VISEU C. Escolar de Sudeste, Ferreirim- Lamego VISEU EB da Balsa, Viseu VISEU EB de S. Miguel, Viseu VISEU EB de Moimenta Maceira Dão, Mangualde VISEU EB 1 de Santiago, Viseu VISEU EB 2,3/S de São Pedro do Sul VISEU

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