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Artigos (1127)

  • SPRC/FENPROF entrega petição dos docentes e investigadores do Instituto Politécnico de Leiria

    O SPRC/FENPROF entrega, na próxima quinta-feira, dia 9 de julho, pelas 10h00, nos Serviços Centrais do Instituto Politécnico de Leiria, a petição "Por uma transição justa para a Universidade de Leiria e Oeste", subscrita por docentes e investigadores da instituição. Esta iniciativa representa um momento importante de afirmação das legítimas preocupações da comunidade académica relativamente ao processo de transformação do Instituto Politécnico de Leiria em universidade. Apesar do avanço deste processo, continuam por esclarecer aspetos essenciais sobre a forma como será concretizada a transição e quais as suas implicações para os direitos, as carreiras e as condições de trabalho dos docentes e investigadores. O SPRC/FENPROF considera que a criação da futura Universidade de Leiria e Oeste só fará sentido se for acompanhada por um processo transparente, participado e assente na valorização efetiva dos seus profissionais. A mudança de designação institucional não pode servir para perpetuar a discriminação que continua a existir entre os docentes do ensino superior politécnico e os seus colegas do subsistema universitário, nem limitar-se a uma mera operação de natureza administrativa ou simbólica. A entrega da petição não encerra este processo reivindicativo. Pelo contrário, constitui mais uma etapa na defesa de uma transição justa, que respeite os direitos dos docentes e investigadores e valorize o papel determinante que desempenham na afirmação e desenvolvimento da instituição. O SPRC/FENPROF apela à participação dos docentes e investigadores neste momento, considerando que a sua presença será um importante sinal de envolvimento da comunidade académica na construção do futuro da instituição. A petição continua aberta à subscrição, reforçando-se o apelo à sua divulgação e assinatura, de forma a fortalecer a posição dos docentes e investigadores neste processo decisivo.

  • A hora H dos exames nacionais

    Desde a balbúrdia informática na colocação dos professores de 2004/2005, também motivada por experiências ministeriais, era governo a AD e primeiro-ministro Santana Lopes, que não se via algo assim. Estamos a iniciar a semana que vai clarificar se o processo dos exames do ensino secundário de 2026 está ou não definitivamente comprometido. É a semana em que, caso os problemas que têm vindo a ser relatados e que subsistem ao dia de hoje – classificadores tardia ou erradamente convocados, itens não distribuídos, ou distribuídos com materiais ilegíveis ou incompletos, itens extraviados por classificar ou já classificados, entre outros –, continuem a ocorrer, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) terá que assumir as suas responsabilidades, admitir que estão comprometidos os Exames 2026 e encontrar uma solução que não prejudique professores, alunos e respetivas famílias. Até agora, no fundamental, temos tido um ministro que foi procurando apontar culpados, uns a seguir aos outros, para fugir da responsabilidade que lhe cabe no desmantelamento do ministério que promoveu sob o epíteto de “reforma”. Quando se reduzem recursos humanos, se eliminam estruturas de apoio e coordenação e se substituem procedimentos consolidados por soluções improvisadas, o resultado é o que hoje está à vista. Não é inócuo o adiamento dos prazos para classificação, publicação dos resultados, inscrição e realização da segunda fase dos exames nacionais do ensino secundário. Os adiamentos já efetuados não garantiram os 10 dias úteis que o ministro da Educação anunciou que todos os classificadores teriam, pelo que professores, alunos e respetivas família veem ameaçadas a serenidade e o rigor exigidos a um processo como este e o direito a férias que não deve ser tratado com a leviandade de algumas declarações do governante. Uma nova delonga, para além de colocar em causa o necessário e obrigatório período de férias de professores, alunos e famílias, comprometeria o próprio arranque do próximo ano letivo e o acesso ao ensino superior que, continua o ministro, a dizer que mantém a calendarização divulgada. O mês de julho é um mês fundamental para as escolas e os professores: é o mês das matrículas, da constituição de turmas e da distribuição do serviço docente para o ano seguinte, para além de ser tempo de reuniões de avaliação, de reapreciação de avaliações, de departamento e grupo disciplinar. É tempo, ainda, de exames e da sua classificação e reapreciação. Se algo falhar, como parece estar a ser o caso fica comprometida toda a cadeia de tarefas a realizar, dependentes que estão da conclusão da fase anterior e necessárias que também são para a seguinte. Neste processo, a voragem das asneiras e a fuga às responsabilidades tem impedido uma reflexão conceptual que é tempo de fazer, sobre a própria existência destas provas, do 4.º ano ao ensino secundário. Quais são os benefícios e os prejuízos que a avaliação externa existente traz à avaliação dos alunos e que impactos negativos tem na prática pedagógica? É tempo, também, de o MECI dar a resposta que tarda às exigências de condições de trabalho, em termos de horário e de remuneração universais a todos os envolvidos nas tarefas de classificação e supervisão. Mas o problema que o governo de Luís Montenegro criou com a “reforma” do MECI, e que o ministério de Fernando Alexandre potenciou com a vertigem da digitalização dos exames do ensino secundário, abrangendo conceção, planificação e operacionalização, obrigam a que, neste momento, o executivo encontre uma solução que não prejudique alunos e que não continue a prejudicar professores. Não basta, como é evidente o patético esforço de uma comunicação de contenção de danos, em que em cada dia temos um novo anúncio e uma nova “garantia” ministerial, à boa maneira de Pangloss: Está demonstrado que as coisas não podem ser de outro modo: pois, tudo tendo um fim, tudo concorre necessariamente para o melhor fim. Lisboa, 6 de julho de 2026 O Secretariado Nacional

  • Professores/as Corretores/as: tomar posição perante os graves problemas surgidos no processo de correção

    O caos que marca o processo de classificação dos exames nacionais exige de todos nós, em particular dos professores classificadores, uma tomada de posição responsável e firme. A minuta disponibilizada pela FENPROF tem esse objetivo: afirmar que o trabalho de classificação foi realizado com o rigor, o profissionalismo e o sentido de responsabilidade possíveis, apesar de não terem sido asseguradas as condições técnicas e organizativas indispensáveis ao seu normal desenvolvimento. Através do uso da minuta, fica expressamente salvaguardado que qualquer erro, omissão ou eventual prejuízo que venha a ocorrer no resultado da classificação não pode, nas circunstâncias que marcaram o processo, ser imputado ao professor classificador, por resultar de fatores totalmente alheios à sua atuação e sobre os quais não teve controlo. É fundamental que este documento seja enviado aos destinatários identificados — JNE, EduQA e MECI — no momento da entrega ou do envio das classificações, acompanhado da documentação comprovativa das dificuldades enfrentadas: ordens de serviço, mensagens de correio eletrónico, capturas de ecrã de acessos falhados, registos de indisponibilidade das plataformas e quaisquer outros elementos de prova considerados relevantes. Esta iniciativa constitui um legítimo ato de protesto e, simultaneamente, uma exigência de respeito pelos professores que, mesmo perante condições de trabalho impróprias, continuam a desempenhar as suas funções com elevado sentido de responsabilidade e dedicação. É inaceitável que o ministro da Educação volte a escamotear as suas responsabilidades relativamente ao caos que ajudou a criar e que tem explicações evidentes no desmantelamento de serviços a que deu o nome de reforma, procurando, uma vez mais, transferir para outros, incluindo os professores, a responsabilidade por problemas que resultam de falhas de organização, planeamento e gestão que lhes são alheias. É preciso tomar posição. Contamos com o empenho de todos. Exige-se uma posição coletiva e frontal para defender a dignidade da profissão docente e exigir o respeito que os professores merecem.

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  • Oralidade em espanhol para alunos estrangeiros. Como ganhar vocabulário e fluidez na fala

    Docentes do grupo 350 Up Oralidade em espanhol para alunos estrangeiros. Como ganhar vocabulário e fluidez na fala Docentes do grupo 350 Releva para a dimensão científica e pedagógica Formador/a Carmen Cardona Duração 25h Calendarização 09,10,12, 16, 17 e 18 março · 18h30 › 20h30 14 e 21 março · 09h00 › 13h00 | 14h30 › 16h30 Local E-learning Prazo de inscrição 9 Fev Inscrições encerradas Desenvolver habilidades de produção oral que possibilitem a interação no meio social; Entrar em contacto com a cultura espanhola através da oralidade como base de convivência e respeito mútuo; Desenvolver estratégias de aprendizagem que promovam a autonomia oral dos alunos; Otimizar a compreensão de diálogos em língua espanhola e a comunicação oral em situações profissionais; Conhecer os diferentes tipos de avaliação oral em língua espanhola.

  • Ensino Superior: SPRC/FENPROF prossegue Plenários de Docentes e Investigadores

    670c55a0-7d1f-44b6-8854-55d489f80ba8 Up Ensino superior Publicado a 26 de maio de 2022 Ensino Superior: SPRC/FENPROF prossegue Plenários de Docentes e Investigadores COIMBRA, GUARDA E BEIRA INTERIOR O SPRC/FENPROF vai realizar um Plenário online na próxima quarta-feira (1 de junho) para debater questões específicas do Politécnico, com os colegas do Instituto Politécnico de Coimbra, à semelhança do que tem feito noutras instituições de ensino superior. Há muito que o SPRC/FENPROF defende a convergência em direitos das duas carreiras eliminando injustiças que julgamos intoleráveis. Daí que este seja um dos assuntos que, necessariamente, será tratado. Nesta reunião estará presente a nossa colega e dirigente Ana Isabel Mendes, docente no Instituto Politécnico de Leiria . Por outro lado, os investigadores são hoje a espinha dorsal do sistema científico nacional. São também um sustentáculo financeiro das instituições de ensino superior. Lamentavelmente, são, ao mesmo tempo, o parente pobre do sistema em matéria de direitos sociais e laborais. Para discutir estas e outras questões, o SPRC/FENPROF organiza um plenário online na próxima quinta-feira para os investigadores do IP da Guarda e da Universidade da Beira Interior. Neste plenário, participará o nosso dirigente e investigador da Universidade de Coimbra, Nuno Peixinho. LOCAIS, DATAS E HORÁRIOS DOS PLENÁRIOS AGORA AGENDADOS Plenário de Docentes e Investigadores/as do IP de Coimbra Quarta-feira dia 1 de junho, às 16h30 (online) Para aceder à reunião [ CLIQUE AQUI ] Plenário de Investigadores/as do IP da Guarda e da UBI Quinta-feira dia 2 de junho, às 16h30 (online) Para aceder à reunião [ CLIQUE AQUI ] Contamos com a vossa participação!

  • Revisão do CCT para o ano letivo 2024/2005

    c20be17a-72f9-4be4-a90a-98e6f9ec151a Up Ensino privado Publicado a 24 de julho de 2024 Revisão do CCT para o ano letivo 2024/2005 Contrato Coletivo de Trabalho do Ensino Particular e Cooperativo, Artístico Especializado e Profissional FENPROF chega a acordo com a CNEF Após um ano de negociações, com vista à revisão do Contrato Coletivo de Trabalho para o próximo ano letivo, a FENPROF chegou a acordo com a CNEF. Entre as matérias prioritárias que foram apresentadas e discutidas durante o processo negocial, foi possível chegar a um entendimento a nível do clausulado, de que destacamos o seguinte: - Recuperação de 2 anos de tempo de serviço , respeitante ao período de caducidade do CCT. Tal deverá ser contabilizado para efeitos de reposicionamento na carreira a partir de 1 de setembro de 2024. Apesar de a FENPROF ter alcançado a recuperação destes dois anos, a CNEF insistiu em propostas de exceção, no sentido de prolongar no tempo a referida recuperação de tempo de serviço. No que respeita, aos estabelecimentos de ensino com contrato de associação ou de patrocínio, a CNEF pretendia fazer depender esta recuperação do aumento de financiamento público. Não concordando com esta posição da CNEF, a FENPROF apresentou uma contraproposta, de forma a minimizar os prejuízos para os docentes, e deu o seu acordo a que apenas em situações económicas difíceis, devidamente comprovadas, o tempo de serviço seria recuperado faseadamente, um ano em setembro de 2024 e um ano em setembro de 2025. Quanto aos estabelecimentos de ensino com contrato de patrocínio que estejam nas mesmas condições económicas acima referidas, no limite, poderão proceder ao reposicionamento dos docentes na carreira, considerando os dois anos em setembro de 2025. - Alteração do conceito de um dia de falta para os docentes dos 2.º e 3.º ciclos e ensino secundário , sendo considerada, para esse efeito, a ausência ao serviço a um número de horas igual ao resultado da divisão por cinco do número de horas de serviço docente registado no horário semanal. - Atualização de todas as tabelas salariais em setembro de 2024 , com destaque para a tabela A, que terá um aumento médio global de 4,2%, sendo maior no nível de ingresso (A8), que passa de 1250,00€ para 1375,00€, correspondendo a uma valorização de 10%. A FENPROF assume o compromisso de, em futuras negociações com a CNEF, continuar a apresentar propostas no sentido de melhorar o CC, visando, nomeadamente: a recuperação do restante tempo de serviço dos docentes, relativo ao período de caducidade da Convenção Coletiva; um justo reposicionamento na carreira para os professores do ensino profissional; a alteração da organização do horário letivo dos docentes do ensino artístico especializado e consequente diminuição do número tempos letivos; a valorização das tabelas salariais, com o objetivo da sua cada vez maior convergência com as do ensino público. O novo CCT celebrado entre a FENPROF e a CNEF, assim que for publicado no Boletim de Trabalho e Emprego, será divulgado na página da FENPROF e junto dos sócios dos respetivos sindicatos abrangidos pelo CCT. Para mais esclarecimentos, deverá contactar o respetivo sindicato.

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