top of page

PESQUISA

1042 resultados encontrados com uma busca vazia

  • 97% de adesão à Greve na Guarda, milhares na rua!

    Os professores e educadores da Guarda responderam com força e determinação ao apelo à participação na Greve por Distritos e na ação de rua que lhe está associada, à semelhança do que tem sido feito em todo o país. Guarda fica marcada pelo aumento da adesão, atingindo o valor mais elevado até agora registado (97%) e participando com determinação e fulgor na ação de rua que se traduziu (entre outras iniciativas) por uma Marcha da Central de Camionagem à Praça do Município. No quadro das greves realizadas em cada distrito, entre 16 de janeiro e 8 de fevereiro, Mário Nogueira falou, na Guarda, a largas centenas de manifestantes em greve. Este distrito atingia a percentagem mais elevada registada até essa data (97% de adesão). Fechava-se assim a semana com uma elevada de participação na luta em defesa da sua profissão. Mário Nogueira, Secretário-geral da FENPROF, representou a FENPROF e, para além de assinalar a importância que a FENPROF tem tido neste processo de luta e negocial, intervindo em todos os planos, reivindicativos e negociais, dirigiu uma forte crítica à cronista da Antela 1, Helena Garrido, que, desprovida de bom senso e de seriedade decidiu acusar a FENPROF pelas dificuldades por que passam os professores e a escola pública, ilibando, dessa forma, sucessivos governos, partidos e outras organizações que têm contribuído para a situação profissional difícil dos docentes e para a desvalorização que tem sido feita da sua profissão e da escola pública. A FENPROF enviará, hoje ainda, uma carta à Direção de Programas, ao Provedor do Ouvinte e à ERC, expondo os motivos por que exige um pedido de desculpas e o exercício do direito de resposta. A Luta continua nas escolas e na rua! E Guarda não foi exceção. Os professores e educadores não quiseram deixar de dar expressão pública ao se descontentamento, ao protesto e à exigência de medidas que ponham fim aos problemas que afetam a profissão Escola Secundária da Sé - 90% Escola Básica 2/3 Carolina Beatriz Ângelo - 100% Escola Básica 2/3 S. Miguel - 100% Jardim de Infância de Alfarazes - 100% Jardim de Infância do Bairro da Luz - 100% Jardim de Infância da Guarda-Gare - 100% Jardim de Infância das Panóias - 100% Jardim de Infância da Póvoa do Mileu - 100% Jardim de Infância da Sequeira ( Centro Escolar) - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Alfarazes - 50% Escola Básica do 1º Ciclo da Póvoa do Mileu - 50% Escola Básica do 1º ciclo do Bairro da Luz - 100% Escola Básica do 1º Ciclo do Bairro do Pinheiro - 100% Escola Básica do 1º ciclo do Barracão - 100% Escola Básica do 1º ciclo da Castanheira - 100% Escola Básica do 1º Ciclo da Póvoa do Mileu - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Vila Fernando - 100% Escola Básica da Sequeira - 100% Escola Básica do Porto da Carne - 70% Escola Básica 2/3 e Secundária de Manteigas - 99% Jardim de Infância de Manteigas - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Manteigas - 100% Agrupamento de Escolas de Almeida - 99% Agrupamento de Escolas do Sabugal - 100% Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Figueira de Castelo Rodrigo - 100% Agrupamento de Vila Nova de Foz Côa - 90% Escola Básica 2/3 Guilherme Correia de Carvalho - 100% Escola Básica 1º Ciclo de S. Romão - 100% Escola Básica 1º Ciclo (Centro Escolar) - 65% Jardim de Infância de Seia (Centro Escolar) - 100% Escola Secundária de Seia - 70% Escola Básica Tourais/Paranhos - 100% Escola Básica Abranches Ferrão - 100% Agrupamento de Escolas da Mêda - 100% Escola Básica do 1º Ciclo da Mêda - 100% Jardim de Infância da Mêda - 100% Escola Básica 2/3 e Secundária de Gouveia - 100% Jardim de Infância de Melo - 100% Jardim de Infância de Paços da Serra - 100% Jardim de Infância de S. Paio - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Paços da Serra - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Folgosinho - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Lagarinhos - 100% Escola Básica do 1ª Ciclo de S. Paio - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Moimenta - 50 % Agrupamento de Escolas de Pinhel - 95% Escola Básica do 1º Ciclo de Trancoso - 100% Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres - 96% Escola Básica do 1º Ciclo de Adães Bermudes - 50% Escola Básica do 1º Ciclo de Augusto Gil - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Bonfim - 25% Escola Básica do 1º ciclo do Espírito Santo - 50% Escola Básica do 1º Ciclo de Famalicão - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Lameirinhas - 100% Escola Básica do 1º Ciclo de Santa Zita - 100% Escola Básica do 1º Ciclo dos Trinta - 100% Escola Básica do 1º ciclo Videmonte - 100% Jardim de Infância Famalicão – 100% Jardim de Infância de Gonçalo – 100% Jardim de Infância dos Trinta – 100% Escola Básica 2/3 Sacadura Cabral - 50% Escola Básica do 1º Ciclo de Celorico da Beira - 100% Jardim de Infância de Celorico da Beira - 100%

  • A luta dos professores, dia 30 de janeiro, prossegue no distrito de Leiria

    A terceira semana de greve nacional com incidência distrital, convocada por nove organizaç ões sindicais, decorrerá a 30 de janeiro nas escolas do distrito de Leiria. A julgar pelos níveis registados nos últimos dias, prevê-se que a adesão se mantenha elevada e que seja mais um dia de forte luta. No próximo dia 30 de janeiro, os professores em greve irão concentrar-se no Largo do Papa, na capital do distrito, a partir das 10:30 horas. O Secretário-geral da FENPROF, Mário Nogueira irá acompanhar, junto dos professores e educadores do distrito de Leiria, o início de mais uma semana de greve, intervindo no final da concentração, não deixando de se referir à importância da continuação e reforço da luta dos professores e educadores. A FENPROF e os seus sindicatos têm sido atacados, procurando enfraquecer a sua ação. No entanto, como se viu já pelos dias de greve nos distritos, sempre com adesões reais acima dos 90%, a luta veio para ficar até à obtenção de cedências por parte do governo, quer em relação às suas propostas para um novo regime de concursos, quer quanto a outras matérias relacionadas com o seu estatuto socioprofissional. A Direção do SPRC / O Secretariado Nacional da FENPROF

  • A FENPROF tem motivos para reivindicar e negociar. Os professores têm razões para lutar!

    A FENPROF recebeu o documento Estado da Educação 2021, do Conselho Nacional de Educação, que aqui divulgamos. A importância deste documento incide, principalmente, no facto de refletir muitos dos problemas que a FENPROF tem levantado e de sugerir a necessidade de soluções que garantam, designadamente quanto aos professores, as condições de trabalho e de vida necessárias para a qualidade da escola pública e para o seu exercício profissional. Documento do CNE: O Estado da Educação em Portugal 2021

  • Mário Nogueira após a reunião com a Presidência da República: "Todos os apoios são importantes"

    As nove organizações sindicais que estão em convergência nesta luta dos professores foram esta quinta-feira recebidas pela Presidência da República, onde expuseram os motivos que estão a levar os professores e educadores a esta grande luta. Razões relacionadas com a proposta do ME para a revisão do regime de concursos, mas também questões relacionadas com a carreira - recuperação do tempo de serviço, vagas para progressão e quotas na avaliação -, a Mobilidade por Doença, o combate à precariedade e a aposentação, entre outras. As organizações esperam, agora, que o Presidente da República possa exercer a sua influência junto do governo no sentido de dar resposta a estes problemas e, consequentemente, à falta de professores qualificados em Portugal.

  • ME opta pela manipulação. Exigimos uma postura negocial séria!

    O Ministério da Educação informou a comunicação social de que terá apresentado aos sindicatos uma proposta que permitirá aos docentes contratados serem remunerados até ao índice 205, correspondente ao 3.º escalão da carreira. Para suscitar na opinião pública alguma incompreensão e fazer parecer que existe intransigência por parte dos sindicatos, veio "esclarecer" que, assim, os professores contratados poderão ganhar até mais 350 euros e atingir os 1938 euros brutos. Vejamos, porém, o que não disse o Ministério da Educação na informação que pôs a circular e sobre a qual a FENPROF tem vindo a pronunciar-se: - Que não deveria ser necessário negociar qualquer proposta de "progressão indiciária" para os docentes contratados porque existe uma diretiva comunitária (Diretiva 70/CE/1999) que, para além de impedir o abuso dos Estados membros, enquanto empregadores, do recurso à contratação a termo, também os impede de discriminar, desde logo, salarialmente, quem se encontra com contrato a termo; - Que, caso o governo português não abusasse do recurso à contratação a termo, designadamente na Educação, esta questão nem se colocava, pois os professores e os educadores integrariam os quadros e ingressariam na carreira quando completassem 3 anos de serviço e, sendo o primeiro escalão de 4 anos, ninguém seria discriminado; - Que, a não ser respeitada uma norma que imponha a vinculação aos 3 anos de serviço e havendo docentes contratados a termo com mais de 12 anos de serviço (tempo que permitiria progredir ao índice 218, correspondente ao 4.º escalão da carreira), a ser limitada a remuneração dos docentes contratados ao índice 205, manter-se-á o quadro de violação da já referida diretiva comunitária, logo, do direito da União Europeia; - Deveria também ter sido referido pelo ME que os 1938 euros brutos se traduzem em cerca de 1300 líquidos, sendo essa a remuneração com que milhares de docentes terão que suportar uma colocação a centenas de quilómetros da sua residência familiar, suportar segunda habitação e todas as despesas inerentes ao afastamento daquela área. Para a FENPROF, esta é das matérias incontornáveis no plano negocial, uma vez que existe uma obrigação legal a que o Estado Português não pode continuar a fugir, ignorando a denúncia e o combate aos incumprimentos que têm sido feitos. Como tal, ou elimina toda a precariedade acima dos três anos de serviço, o que não acontece com a proposta apresentada pelo ministério, ou não cria qualquer limite ao índice pelo qual os professores contratados são remunerados, pois são milhares os que têm 12 ou mais anos serviço e continuam contratados. A propósito da negociação, hoje mesmo, durante a tarde, a FENPROF enviará ao Ministério da Educação os primeiros pareceres sobre todas as matérias que estão em negociação, bem como propostas para a abertura de outros processos negociais há muito reclamados, com destaque para as questões de carreira, designadamente a recuperação integral do tempo de serviço e a eliminação das vagas e das quotas, mas não só. Para amanhã à tarde, a FENPROF foi convidada para uma reunião técnica sobre as questões de concursos, na qual participará com o objetivo de tentar esclarecer diversos aspetos que, nas propostas do ministério, não são claros e que a reunião de dia 20 não permitiu esclarecer. Essas dúvidas constarão dos pareceres que seguirão e que, a partir da manhã de quinta-feira (amanhã), serão tornados públicos. Lisboa, 25 de janeiro de 2023 O Secretariado Nacional da FENPROF Foto: LuLacerda, “Comunicação Não Violenta, por Marie Bendelac: Manipulação — como reconhecê-la e se proteger?”

  • Organizações sindicais de docentes recebidas hoje na Presidência da República

    As nove organizações sindicais que convergem na greve por distritos e que convocaram a Manifestação Nacional do próximo dia 11 de fevereiro, em defesa da profissão de Professor, serão recebidas hoje, 26 de janeiro, às 13:30 horas, pela Assessoria da Presidência da República para a área da Educação. Esta reunião vem na sequência do interesse publicamente manifestado pelo Presidente da República em se inteirar das questões que estão a levar os professores a uma luta de dimensão raramente vista, bem como dos professores em fazer chegar as suas posições à Presidência da República. As organizações sindicais darão a conhecer as razões por que discordam das propostas do Ministério da Educação para o regime de concursos, informando, ainda, a Presidência da República sobre os demais assuntos que neste momento estão a levar mais de 90% dos professores, dia após dia, a aderirem à greve que passa pelo distrito em que exercem funções e a juntarem-se em concentrações nunca vistas em cada capital de distrito. Recorda-se que esta greve se prolongará até dia 8 de fevereiro, seguindo-se a Manifestação Nacional de dia 11. Caso o Ministério não altere as posições que vem assumindo, professores e educadores prosseguirão a sua luta. Lisboa, 26 de janeiro de 2023 As organizações sindicais ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU

  • FENPROF realizou conferência sobre o RJIES

    A FENPROF realizou uma conferência destinada a debater o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), na passada sexta-feira, dia 20 de janeiro. O RJIES entrou em vigor em 2007. De acordo com o seu artigo 185.º, deveria ter sido avaliado passados cinco anos. Na sequência da entrega, em maio de 2022, de uma petição lançada pela FENPROF exigindo a urgente avaliação e revisão do RJIES, o processo foi finalmente aberto na Assembleia da República. A conferência foi organizada em duas sessões. Durante a manhã contou com contribuições da academia, onde muito trabalho de investigação tem sido desenvolvido sobre o tema. Na parte da tarde, decorreu uma sessão durante a qual a palavra foi dada aos partidos políticos que tiveram oportunidade de expor a sua visão sobre o RJIES. “ficou o compromisso de continuar a dar a máxima atenção a este processo que se irá prolongar nos próximos meses e onde se exige um debate plural e aberto sobre um documento prioritário e que está na origem de muitos dos graves problemas que afetam hoje as instituições de ensino superior e seus trabalhadores” A conferência foi aberta com uma intervenção de André Carmo, membro do Conselho Nacional da FENPROF, após a qual começou a primeira sessão com um painel composto por cinco personalidades ligadas a centros de investigação, bolseiros de investigação e comunidade estudantil. Amélia Veiga, professora auxiliar na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto e membro integrado do Centro de Investigação e Intervenção em Educação (CIIE), apresentou parte dos seus resultados de investigação sobre o desenvolvimento da reforma da governação das instituições de ensino superior em Portugal sob a influência da narrativa da Nova Gestão Pública e o enfraquecimento da governação colegial. Sofia Bruckmann, doutorada em Estudos em Ensino Superior pelas Universidades de Aveiro e do Porto e investigadora no Centro de Investigação de Políticas do Ensino Superior (CIPES), centrou a sua intervenção sobre a forma como as instituições de ensino superior (IES) portuguesas interpretaram e transpuseram para a prática o ‘projeto’ político e organizacional do RJIES sobre a governação e gestão das instituições e até que ponto o modo como esta transposição transformou a governação e gestão das IES e correspondeu às expectativas políticas, com especial destaque para o modelo fundacional. Bárbara Carvalho, presidente da Associação dos Bolseiros de Investigação Científica (ABIC) e Carolina Santos, estudante de psicologia e membro do Conselho Geral da Universidade de Lisboa, deram o seu testemunho sobre a forma como os bolseiros de investigação e os estudantes foram marginalizados do regular funcionamento das instituições e como estas se tornaram um centro gerador de precariedade para docentes e investigadores. Na última intervenção que antecedeu o debate, Pedro Oliveira, professor associado do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto e investigador na EPIUnit, Instituto de Saúde Pública da mesma Universidade e membro do Secretariado Nacional da FENPROF, fez uma intervenção de fundo sobre o RJIES e sobre a sua matriz ideológica subjacente que fomentou a mercantilização do saber e o empobrecimento da vida democrática das instituições. O segundo painel foi reservado para intervenções dos Partidos Políticos. Intervieram Tiago Estevão Martins, deputado do Partido Socialista, Alfredo Maia, deputado do Partido Comunista Português e Luís Monteiro, em representação do Bloco de Esquerda. PSD, IL e Livre justificaram a sua ausência por motivos de agenda. O debate foi rico e contribuiu para identificar diferenças, mas também vários pontos de convergência entre o público e os presentes. O processo de avaliação e revisão do RJIES encontra-se numa fase inicial. A este propósito, várias críticas foram feitas ao Despacho n.º 764/2023 e à forma algo enviesada como este criou uma comissão alegadamente independente com o objetivo de proceder à avaliação da aplicação do RJIES. A FENPROF, tal como foi afirmado por André Carmo na intervenção de encerramento, tem já um rico património de reflexão e intervenção sobre o RJIES. Neste sentido, ficou o compromisso de continuar a dar a máxima atenção a este processo que se irá prolongar nos próximos meses e onde se exige um debate plural e aberto sobre um documento prioritário e que está na origem de muitos dos graves problemas que afetam hoje as instituições de ensino superior e seus trabalhadores. O Secretariado Nacional da FENPROF Departamento de Ensino Superior e Investigação

  • Negociações com o Ministério da Educação: FENPROF envia pareceres

    A reunião técnica de quinta-feira, 26 de janeiro, servirá para esclarecer as muitas dúvidas que os documentos apresentados pelo Ministério da Educação suscitam, para desfazer equívocos que deles decorrem e para a FENPROF reafirmar as suas posições. Posições em relação ao regime de concursos, ao tempo de serviço, as vagas ou as quotas, a aposentação ou a Mobilidade por Doença, entre outros problemas, que a FENPROF tem vindo a apresentar ao ME nos últimos dois anos e a que o ministério teima em não querer dar resposta. Os professores não desistem e, com a sua luta, contribuirão para a valorização da sua profissão e pelo respeito que lhes é devido. Ficheiros Propostas apresentadas pelo ME a 20 de janeiro de 2023 Regime de Recrutamento e Gestão de Professores - Apreciação da FENPROF Parecer e propostas da FENPROF sobre outras reivindicações Anexo 1 - Listagem de tarefas burocráticas e de caráter administrativo que deverão ser eliminadas da atividade dos docentes Anexo 2 - Proposta da FENPROF para alteração ao disposto no artigo 37.º do ECD, com vista a eliminar o regime de vagas para progressão na carreira docente Anexo 3 - Propostas da FENPROF para a aprovação de um regime de concursos de docentes do ensino artístico especializado Anexo 4 - Proposta da FENPROF sobre Regularização da Carreira Docente Mapa de QZP proposto por ME com concelhos Lisboa, 25 de janeiro de 2023 O Secretariado Nacional da FENPROF #respeito #fenprof #sprc

  • Coimbra é uma lição, também na Educação - adesão 95%

    No dia da greve no distrito de Coimbra, mais de 3 mil professores e educadores concentraram-se na Praça 8 de Maio. O Secretário-geral da FENPROF declarou que, com 95% de adesão em todo o distrito, esta é a maior greve de professores e educadores de que tem memória. Na sua intervenção, Mário Nogueira também esclareceu os professores e educadores presentes sobre as propostas apresentadas pelo ME, as suas implicações e a importância da continuação da luta, da participação na Manifestação Nacional de 11 de fevereiro e do prosseguimento da luta dos professores e educadores após esta data. até que o governo recue nas suas intenções aceite negociar as matérias que a FENPROF colocou na sua agenda reivindicativa. Uma agenda que é partilhada com mais 8 organizações sindicais. Ver galeria de fotos. Distrito Escola(s) Concelho % Coimbra Centro Escolar Solum Sul Coimbra 100 Sem aulas Coimbra Escola Básica 2, 3 S. Silvestre Coimbra 100 Sem aulas Coimbra Escola Básica Rainha Santa Isabel Coimbra 94 Sem aulas Coimbra EB1/JI Penela Penela 100 Sem aulas Coimbra Centro Escolar Ribeira de Frades Coimbra 100 Sem aulas Coimbra Escola Secundária D. Dinis Coimbra 96 Sem aulas Coimbra Escola Secundária Jaime Cortesão Coimbra 90 Coimbra Centro Escolar de Cantanhede Cantanhede 100 Sem aulas Coimbra EB1 Castelo Figueira da Foz 100 Sem aulas Coimbra Escola Secundária D. Duarte Coimbra 95 Coimbra Escola Básica Poeta Manuel Silva Gaio Coimbra 100 Coimbra Escola Secundária Martinho Árias Soure 93 Coimbra Escola Básica 2 de Soure Soure 90 Coimbra Escola Básica e Sec. Dr. Daniel de Matos Vila Nova de Poiares 90 Coimbra EB1 Norton de Matos Coimbra 100 Sem aulas Coimbra Escola Básica e Sec. José Falcão Miranda do Corvo 90 Sem aulas Coimbra Escola Básica Marquês de Marialva Cantanhede 90 Coimbra Escola Básica Eugénio de Castro Coimbra 100 Sem aulas Coimbra Escola Básica e Sec. Escalada Pampilhosa da Serra 91 Coimbra Escola Básica 2 de Mira Mira 94 Coimbra Escola Básica de Góis Góis 100 Sem aulas Coimbra JI de Avenal Condeixa 100 Sem aulas Coimbra JI de Ega Condeixa 100 Sem aulas Coimbra JI de S. Fipo Condeixa 100 Sem aulas Coimbra JI de Sebal Grande Condeixa 100 Sem aulas Coimbra EB e Secundária Quinta das Flores Coimbra 95 Coimbra Centro Escolar da Quinta da Flores Coimbra 95 Coimbra Escola Secundária José Falcão Coimbra 96 Coimbra Escola Secundária de Arganil Arganil 100 Sem aulas Coimbra Escola Básica Dr.ª Maria Alice Gouveia Coimbra 90 Coimbra Escola Secundária Fernando Namora Condeixa 91 Coimbra EB1 de Almedina Coimbra 100 Sem aulas Coimbra Escola Básica Pintor Mário Augusto, Alhadas Figueira da Foz 95 Coimbra Escola Secundária Cristina Torres Figueira da Foz 95 Coimbra Escola Secundária Infanta D. Maria Coimbra 90 Coimbra AE Martim de Freitas Coimbra 93 Coimbra EB1 da Conchada Coimbra 100 Sem aulas Coimbra EB1 de Coselhas Coimbra 100 Sem aulas Coimbra CE Montes Claros Coimbra Sem aulas #respeito #fenprof #sprc

  • Mais de 90% de professores aderiram à Greve no distrito de C. Branco

    A adesão à greve no distrito de Castelo Branco é bem elucidativa da posição dos professores. Se se associar a isto a participação nas concentrações organizadas pelo SPRC/FENPROF naquele distrito, ficaremos, então, com uma ideia muito clara da determinação com que intervêm em defesa da sua profissão, conscientes de que é a escola pública que fica a ganhar com as mudanças que exigem que sejam feitas na sua carreira. Mais de 800 docentes, numa ação nunca vista naquele distrito, juntaram-se hoje em Castelo Branco, Sertã, Fundão e ainda na Covilhã (a maior realizada hoje). A adesão à greve superou os 90% registados nos dias anteriores, sendo, até agora, estes, os resultados: EB/JI Escalos de Baixo - Castelo Branco - 100% Sem aulas EB S. Vicente da Beira - Castelo Branco - 100% Sem aulas EB Escalos de Cima - Castelo Branco - 100% Sem aulas EB Lardosa - Castelo Branco - 100% Sem aulas EB Póvoa de Rio de Moinhos - Castelo Branco - 100% Sem aulas EB Póvoa de Rio de Moinhos - Castelo Branco - 100% Sem aulas EB de Tinalhas - Castelo Branco - 100% Sem aulas JI Escalos de Cima - Castelo Branco - 100% Sem aulas JI Lardosa - Castelo Branco - 100% Sem aulas EB/JI Dominguizo - Covilhã - 100% Sem aulas EB Atalaias, Atalaia do Campo - Fundão - 100% Sem aulas EB Castelejo - Fundão - 100% Sem aulas EB Donas - Fundão - 100% Sem aulas JI Atalaias - Fundão - 100% Sem aulas JI da Boa Esperança - Castelo Branco - 100% Sem aulas JI Castelejo - Fundão - 100% Sem aulas EB Nª Srª da Conceição - Fundão - 100% Sem aulas JI Alpedrinha - Fundão - 100% Sem aulas EB Nª Srª da Conceição - Fundão - 83% JI Sertã - Sertã - 66% JI S. Nuno de Sta Maria, Cernache - Sertã - 100% Sem aulas JI Castelo - Sertã 100% Sem aulas JI Cumeada - Sertã - 100% Sem aulas JI Cabeçudo - Sertã - 100% Sem aulas EB Várzea de Cavaleiros - Sertã - 100% Sem aulas EB Cumeada - Sertã - 100% Sem aulas EB Castelo - Sertã - 100% Sem aulas EB Cabeçudo - Sertã - 100% Sem aulas JI Sobreira Formosa - Proença-a-Nova - 100% Sem aulas JI Proença-a-Nova - Proença-a-Nova - 100% Sem aulas EB1 Orvalho - Oleiros - 100% Sem aulas EB Sobreira Formosa - Proença-a-Nova - 100% Sem aulas EB Proença-a-Nova - Proença-a-Nova - 100% Sem aulas JI Orvalho - Oleiros - 100% Sem aulas JI Orvalho - Oleiros - 100% Sem aulas EB1 Oleiros - Oleiros - 100% Sem aulas JI Oleiros - Oleiros - 100% Sem aulas EBS P.e António Andrade - Oleiros - 82% Sem aulas EB Vila Velha de Ródão - Vila Velha de Ródão - 100% Sem aulas JI Porto do Tejo - Vila Velha de Ródão - 75% Sem aulas EB Idanha-a-Nova - Idanha-a-Nova - 100% Sem aulas EB Ladoeiro - Idanha-a-Nova - 100% Sem aulas EB de Valongo - Castelo Branco - 100% Sem aulas EB Penha Garcia - Idanha-a-Nova - 100% Sem aulas EB Boa Esperança - Castelo Branco - 100% Sem aulas EB Zebreira - Idanha-a-Nova - 100% Sem aulas EB Nº Srª da Piedade - Castelo Branco - 100% Sem aulas JI Póvoa de Rio de Moinhos - Castelo Branco - 100% Sem aulas JI de Tinalhas - Castelo Branco - 100% Sem aulas ES Quinta das Palmeiras - Covilhã - 90% Sem aulas ES Campos de Melo - Covilhã - 97% Sem aulas EB S. Domingos, Cantar Galo (1º CEB) - Covilhã - 88% Sem aulas EB Canhoso - Covilhã - 100% Sem aulas JI Vila de Rei - Vila de Rei - 33% EB Penedos Altos - Covilh - 100% Sem aulas AE “A Lã e a Neve” - Covilhã - 100% Sem aulas EB Vila do Carvalho - Covilhã - 100% Sem aulas JI Vila do Carvalho - Covilhã - 100% Sem aulas JI Canhoso - Covilhã - 100% Sem aulas JI Cantar Galo - Covilhã - 100% Sem aulas EB + J.I. Unhais da Serra - Covilhã - 100% Sem aulas EB do Paul nº 1 - Covilhã - 100% Sem aulas EB Pêro da Covilhã - Covilhã - 100% Sem aulas EB Santo António - Covilhã - 100% Sem aulas EB S. Silvestre - Covilhã - 100% Sem aulas EB nº 1 Teixoso - Covilhã - 100% Sem aulas JI do Teixoso - Covilhã - 100% Sem aulas JI de Verdelhos - Covilhã - 100% Sem aulas EBS de Alcains - Castelo Branco - 78% EB de Silvares - Fundão - 30% EB Alcaide - Fundão - 100% Sem aulas EB Aldeia de Joanes Fundão 75% EB/JI Telhado - Fundão - 33% EB Tílias - Fundão - 78% Sem aulas EBS Ribeiro Sanches - Penamacor - 100% Sem aulas Centro Escolar Penamacor - Penamacor Sem aulas ES da Sertã - Sertã Sem aulas EB Pe Ant.º Lourenço Farinha - Sertã - 90% EB Pedrógão Pequeno - Sertã Sem aulas EB S. Domingos, Cantar Galo (2º CEB) - Covilhã Sem aulas EB nº 2 Teixoso - Covilhã Sem aulas Escola Profissional Agrícola Quinta da Lageosa - Covilhã - 50% EBS Pedro Álvares Cabral - Belmonte - 94% Centro Escolar de Belmonte - Belmonte Sem aulas JI Centro Escolar de Belmonte - Belmonte Sem aulas ES Amato Lusitano - Castelo Branco - 92% EB Serra da Gardunha - Fundão Sem aulas ES Frei Heitor Pinto - Covilhã - 50% EB do Tortosendo - Covilhã - 73% AE do Fundão - Fundão - 67% EB Alcaria - Fundão Sem aulas EB Peroviseu - Fundão Sem aulas EB Salgueiro/Escarigo - Fundão Sem aulas EB Valverde - Fundão Sem aulas JI Peroviseu - Fundão Sem aulas

  • 24 de janeiro: Greve nas escolas, Marchas pelas ruas!

    Convocada por oito organizações sindicais, a Greve avança a 24 de janeiro nas escolas e jardins de infância do distrito de Coimbra, prevendo-se que seja muito elevada a adesão, completada com outras formas de luta que vão desde concentrações, ao início do dia, junto às escolas à realização de três marchas que, saindo de três locais distintos da cidade de .Coimbra, irão confluir na Praça 8 de Maio. Apela-se aos professores das escolas de Coimbra que participem nestas três marchas e que os colegas que vêm de escolas fora de Coimbra escolham um dos locais de concentração, dando a este protesto e à luta dos Professores a visibilidade pública necessária. Porque “A Luta Continua nas Escolas e na Rua!” No próximo dia 24 de janeiro, para além da greve de 24 horas, esta é a proposta que fazemos: PARTICIPA! A LUTA CONTINUA! A Direção do SPRC / O Secretariado Nacional da FENPROF A SEGURANÇA, O APOIO E A CERTEZA DE INTEGRARES UM PROJETO SOLIDÁRIO! #respeito #fenprof #sprc

  • A luta continua: 23 de janeiro, Castelo Branco em greve

    Convocada por um conjunto de oito organizações sindicais, a greve prossegue a 23 de janeiro nas escolas do distrito de Castelo Branco e, desde já, se adivinha que será dia de forte luta. A retoma das negociações que o ME suspendeu em novembro, a julgar pelos documentos que o mesmo divulgou dia 18 de janeiro, não deixa os professores tranquilos em relação às intenções governamentais, não só, relativamente à revisão das regras de concursos e colocações, mas também a outras matérias que carecem de respostas urgentes e que continuam a ser desprezadas pelo governo. Aliás, caso o ME não apresente, na reunião negocial de 20 de janeiro, qualquer novidade em relação ao que é conhecido, os professores têm razões de sobra para não abradarem a luta que encetaram. No próximo dia 23 de janeiro, para além da greve de 24 horas, a todo o serviço, irão decorrer outras e múltiplas formas de luta dos docentes, das quais salientamos: - Concentração de professores, pelas 9h30, no Largo da Câmara Municipal de Castelo Branco; - Concentração de professores, pelas 11h, na Rotunda do Operário, na Covilhã. Convidamos os/as senhores/as jornalistas a recolherem depoimentos nestes locais. Informamos ainda que, na Covilhã, na Rotunda do Operário, estará presente Mário Nogueira, secretário-geral da FENPROF. Aí serão anunciados os dados já disponíveis de adesão à greve e será feito o ponto de situação da última reunião de negociação com o Ministério da Educação. Para além destas iniciativas, divulgamos a existência de concentrações à porta das escolas, em vários concelhos, confluindo depois para as concentrações supracitadas, nomeadamente: Concelho de Castelo Branco - Escola Secundária Amato Lusitano, 8h30; - Escola Básica João Roiz, 8h30, confluindo os docentes desta e doutras escolas deste Agrupamento de Escolas, para a ES Amato Lusitano e, daqui, para o Largo da Câmara Municipal de Castelo Branco; Concelho da Covilhã - *Escola Secundária Quinta das Palmeiras, 8h30 (convidamos os/as Senhores/as Jornalistas a iniciarem aqui o acompanhamento deste dia de luta, pelas 08h30); - Escola Secundária Frei Heitor Pinto, 8h30; - Escola Secundária Campos Melo, 8h30; - Escola Básica do Teixoso, 8h30... Concelho do Fundão - Escola Secundária do Fundão, 8h30; - Escola Básica Serra da Gardunha, 8h30. Concelho da Sertã - Escola Básica Padre António Lourenço Farinha, 8h30, onde se concentrarão docentes das Escolas Básica e da Secundária da Sertã, bem como de outras escolas daquele Agrupamento. A Direção do SPRC / O Secretariado Nacional da FENPROF #respeito #fenprof #sprc

bottom of page