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1º, 2º, 3º Ceb e Secundário
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ÚLTIMA HORA


Plenário online de esclarecimento sobre a reunião de negociação suplementar
A FENPROF requereu a negociação suplementar sobre o recrutamento e colocação de docentes proposto pelo MECI e a reunião vai realizar-se na próxima quinta-feira, dia 6 de agosto, às 17 horas. No dia seguinte, a FENPROF realiza o habitual plenário online de esclarecimento aos professores e educadores. Para aceder ao plenário, basta clicar no link a partir das 17 horas de sexta-feira, dia 7 de agosto: https://us06web.zoom.us/j/85736793433


FENPROF exige negociação suplementar em mesa própria. Os resultados dirão da boa ou da má-fé negocial do governo
A FENPROF considera que o Ministério da Educação, Ciência e Inovação está a desvirtuar o mecanismo legal da negociação coletiva ao convocar uma reunião conjunta com todas as organizações sindicais, independentemente de terem requerido negociação suplementar ou de já terem manifestado acordo ou concordância com o projeto de diploma. A negociação suplementar existe para permitir o prosseguimento das negociações relativamente às matérias sobre as quais subsiste desacordo. Foi es


Acordo de revisão do Contrato Coletivo de Trabalho com a UMP para 2026 – Misericórdias
Foi alcançado o entendimento para a revisão do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) com a União das Misericórdias Portuguesas (UMP) para 2026. Deste acordo, é de salientar: Atualizações salariais de 50€ para todos os níveis da tabela dos educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário profissionalizados; Aumento do subsídio de refeição para os 5,50€. Estas alterações produzem efeitos retroativos a janeiro de 2026, aguardando-se a sua publicação no Boletim


Acordo de revisão do Contrato Coletivo de Trabalho com a CNIS para 2026 – IPSS
Foi alcançado o entendimento para a atualização do Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) com a CNIS para 2026. Entre as principais matérias acordadas neste processo negocial destacam-se: Atualização salarial de 80 € para o primeiro nível das tabelas B-1 e B-4 e de 50 € para os restantes; Aumento do subsídio de refeição para os 5,50€; Crédito de horas sindicais para delegadas/os alargado para as 8 horas mensais. Este acordo produz efeitos retroativos a janeiro de 2026, embora ai


Exames Nacionais: Pressão sobre docentes para alteração de férias é inaceitável e exige intervenção da IGEC
A FENPROF apresentou uma exposição à Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) denunciando um conjunto de situações ocorridas durante o processo de classificação e reapreciação dos exames nacionais de 2026, com particular destaque para as pressões exercidas sobre docentes classificadores para alterarem ou prescindirem de períodos de férias previamente aprovados. Segundo os relatos recebidos, diversos professores foram instados por direções de agrupamentos e escolas a desloc


FENPROF denuncia à IGEC e à ACT remuneração ilegal do trabalho extraordinário e pressões sobre professores classificadores
A FENPROF apresentou, no dia 31 de julho, participações à Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) e à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), denunciando os propósitos do Ministério da Educação, Ciência e Inovação quanto ao pagamento do serviço de classificação dos exames nacionais. A FENPROF contesta a intenção do MECI de vir a remunerar o trabalho extraordinário dos classificadores através do pagamento de 1 euro por resposta classificada. Em vez de falar de remu


Sem confiança nos Professores, Fernando Alexandre determinado em mostrar o que não vale!
Os relatos que continuam a chegar de classificadores da 2.ª fase dos exames nacionais revelam uma situação que, a confirmar-se, é absolutamente inaceitável. Depois de centenas de professores terem assegurado, em condições extremamente difíceis, a classificação da 1.ª fase, surgem agora orientações que determinam que, se um classificador não registar classificações num determinado período de tempo, as provas lhe sejam retiradas e redistribuídas. Estamos a falar de professores


Francisco Gonçalves: «Os exames, o digital... E a formação integral»
Opinião - jornal Público, 29/07/2026 A cacofonia em torno do caos nos exames nada tem ajudado à reflexão sobre o estado do que a escola ensina e os alunos aprendem. A falsa divisão, que tolhe o pensamento, entre portadores da luz e habitantes das trevas – os da cultura e os da ignorância, os do rigor e os do facilitismo, os da inovação e os empedernidos – é mais um agente de confusão. O olhar da FENPROF para este processo parte, como não podia deixar de ser, das violações dos


Classificação das provas de exame: uma tragicomédia que não pode passar em claro
FENPROF considera inaceitável o modelo de pagamento imposto aos professores classificadores. O processo de classificação das provas de exame está a transformar-se numa verdadeira tragicomédia. Depois do caos, dos erros, das falhas do sistema e da desorganização que marcaram este processo, o Governo e o Ministério da Educação, Ciência e Inovação parecem querer acrescentar uma nova dimensão ao escândalo: a forma como pretendem remunerar o trabalho extraordinário realizado pelos
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